Especialista em longevidade conta dica de exercício para viver mais Ouvir 22 de maio de 2025 O especialista em longevidade Gareth Nye, da Universidade de Salford, na Inglaterra, afirma que viver até os 100 anos não depende apenas de sorte e genética. A prática de atividades físicas também é um fator importante – e uma dica simples, que não envolve exercícios de força, pode fazer toda a diferença. Segundo Nye, levantar-se da mesa e caminhar pelo escritório algumas vezes ao longo do dia, em vez de fazer exercícios intensos na academia, pode ser a chave para viver mais. “Pessoas que vivem mais tendem a ter um nível de atividade maior no dia a dia, em vez de se concentrar em programas de exercícios estruturados. A mensagem aqui é que tentar incorporar mais atividades ao longo do dia é fundamental, assim como evitar períodos prolongados sentado”, disse em entrevista ao jornal The Mirror. Leia também Saúde Cientista da longevidade conta os 3 alimentos que cortou da dieta Claudia Meireles Médico cita 4 hábitos que ajudam a saúde do coração e a longevidade Vida & Estilo Saiba qual o segredo de longevidade da mulher mais velha do mundo Saúde Longevidade: entenda por que as mulheres vivem mais Estudos já mostraram a importância de evitar um estilo de vida sedentário para manter a saúde física e mental. Uma pesquisa publicada neste mês pela revista Alzheimer’s & Dementia: The Journal of the Alzheimer’s Association mostrou que passar muito tempo sentado aumenta o risco de Alzheimer, independentemente de quanto exercício de força a pessoa fizer. “O problema de se exercitar em alto nível é que a consistência geralmente é uma questão. É muito melhor, no geral, trabalhar em níveis inteiros de atividade”, explicou Nye. 8 imagens Fechar modal. 1 de 8 Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor Mike Harrington/ Getty Images 2 de 8 Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente Hinterhaus Productions/ Getty Images 3 de 8 De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias Catherine Falls Commercial/ Getty Images 4 de 8 Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos Nisian Hughes/ Getty Images 5 de 8 Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono skaman306/ Getty Images 6 de 8 Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes Tom Werner/ Getty Images 7 de 8 A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida Thomas Barwick/ Getty Images 8 de 8 Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor Justin Paget/ Getty Images 4 dicas para viver mais O especialista em longevidade tem quatro dicas principais para aumentar as chances de uma pessoa comemorar o aniversário de 100 anos, com saúde. Além de mencionarem a prática de atividades físicas, as especialistas citam: Prestar atenção no que ingerimos: reduzir o consumo de álcool, parar de fumar e evitar alimentos ricos em gorduras saturadas, bem como diminuir os níveis de açúcar e sal da dieta. Dormir de sete a oito horas por noite: estudos mostram que a deficiência de sono pode colocar as pessoas em maior risco para obesidade, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Conhecer o histórico familiar de condições relevantes: elas devem ser monitoradas, além de fazer exames de saúde de rotina. Segundo o médico, acredita-se que fatores genéticos — como risco de doenças, equilíbrio hormonal e taxas de reposição celular — influenciam, entre 20% e 30%, a expectativa de vida. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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