Nutriente comum ajuda a reduzir o risco de doenças crônicas. Veja qual Ouvir 18 de agosto de 2025 Considerado essencial para o bom funcionamento do organismo, o magnésio participa de mais de 300 reações bioquímicas. A ingestão adequada dele está relacionada à redução de doenças crônicas. Os benefícios do nutriente podem ser obtidos de forma natural, através da alimentação, ou a partir de suplementação. A necessidade de suplementação só acontece em rotinas alimentares pobres no nutriente e deve ser recomendada por profissionais. “Grande parte da população consome pouco magnésio, e fatores como estresse e uso de medicamentos aumentam a demanda dos suplementos”, afirma o nutricionista Matheus Maestralle, que atua em Brasília. Leia também Claudia Meireles Fruta rica em magnésio mantém a saúde dos músculos e vasos sanguíneos Claudia Meireles Caldo rico em colágeno e magnésio ajuda a saúde do intestino Claudia Meireles Magnésio: saiba por que quase todos devem suplementar o mineral Claudia Meireles Harvard revela a quantidade de magnésio que devemos consumir por dia Independente da forma de consumo, em níveis adequados, o magnésio ajuda no controle da pressão arterial e da sensibilidade à insulina, ajuda na saúde óssea, previne cãibras e melhora o desempenho físico. Ele também favorece a regulação de humor, sono e ansiedade. A quantidade certa de magnésio varia de acordo com a idade, sexo, fase da vida e condições de saúde. Em média, adultos necessitam entre 310 mg e 420 mg diários do nutriente. No entanto, gestantes, atletas e pessoas com determinadas doenças podem precisar de ajustes. “Esse ponto é fundamental porque existe uma grande individualidade na forma como cada pessoa responde ao magnésio, e, em alguns casos, a suplementação é necessária”, explica o nutricionista Fernando Castro, que também atende em Brasília. Doenças que o magnésio ajuda a prevenir Hipertensão O magnésio atua no relaxamento dos vasos sanguíneos e na regulação da pressão arterial, ajudando a reduzir o risco de hipertensão. O nutriente também auxilia no transporte do potássio para dentro das células, sendo essencial para a regulação da pressão arterial. Diabetes tipo 2 Em níveis adequados, o magnésio pode ter um papel importante na redução do risco de diabetes tipo 2, regulando a insulina e os níveis de açúcar no sangue. Uma dieta rica em magnésio é crucial para a saúde Osteoporose O nutriente ajuda na formação e manutenção da estrutura óssea, auxiliando na absorção e no metabolismo de cálcio no organismo. Esse processo fortalece os ossos e diminui o risco de osteoporose. Doenças cardiovasculares O magnésio consegue diminuir o risco de doenças cardiovasculares através de suas propriedades anti-inflamatórias. Elas ajudam a regular a pressão arterial, além de melhorar o perfil lipídico do organismo e proteger a camada interna dos vasos sanguíneos. Como incluir o magnésio na dieta De forma natural, o magnésio pode ser obtido através de alimentos, como vegetais verde-escuros (espinafre, couve), leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico), oleaginosas (castanhas, amêndoas), sementes (abóbora, girassol, chia) e cereais integrais, além de peixes. Uma alimentação variada e equilibrada já garante boas quantidades do mineral na rotina, sem a necessidade de suplementação. “O uso de suplementos deve ser avaliado caso a caso. O excesso também pode trazer efeitos indesejados, por isso, a prioridade deve ser sempre buscar o nutriente por meio da alimentação”, finaliza Castro. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias Estresse metabólico pode aumentar a produção de insulina no sangue 24 de junho de 2025 Pesquisadores da Universidade Metropolitana de Osaka, no Japão, identificaram que o gene REDD2, ativado por estresse metabólico, prejudica as células β (beta) do pâncreas responsáveis pelo controle de açúcar no sangue e pela produção de insulina. O estudo foi publicado em maio no Journal of Biological Chemistry. A descoberta pode… Read More
Notícias Consumir ultraprocessados por apenas 5 dias altera resposta à insulina 27 de fevereiro de 2025 Uma alimentação rica em ultraprocessados pode trazer consequências para o organismo em pouco tempo. Um estudo publicado na revista Nature Metabolism, na última sexta-feira (21/2), revelou que apenas cinco dias de consumo excessivo de alimentos altamente calóricos são suficientes para prejudicar a resposta do cérebro à insulina e aumentar a… Read More
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