Revisão de estudos aponta que dormir mal afeta emoções positivas e traz riscos à saúde mental a longo prazo Ouvir 25 de janeiro de 2024 O trabalho de pesquisa feito por uma universidade nos EUA mostra que a falta de sono aumenta os sintomas de ansiedade e oferece mais risco de depressão Por Gabriela Cupani, da Agência Einstein25/1/2024 Um megaestudo revisou as pesquisas feitas nos últimos 50 anos e mostrou evidências sólidas de que dormir mal influencia o funcionamento emocional, trazendo consequências para a saúde mental a longo prazo. A pesquisa, feita por cientistas da Universidade de Montana, nos Estados Unidos, mostrou que a falta de sono foi associada a menos emoções positivas, como alegria e contentamento, e aumento dos sintomas de ansiedade. Além disso, o trabalho mostra que esses efeitos negativos ocorrem mesmo quando a pessoa tem pequenas reduções no período de descanso, como deitar uma ou duas horas além do usual. “A longo prazo, isso aumenta o risco de transtornos do humor, como depressão, ansiedade e transtorno do estresse pós-traumático”, diz a especialista em medicina do sono Maíra Honorato, do Hospital Israelita Albert Einstein. + IHRSA Fitness Brasil 2024: faça parte do maior evento de fitness, saúde e bem-estar da América Latina+ Siga a Fitness Brasil no Instagram Os autores buscaram os estudos existentes sobre todo tipo de privação de sono e seu impacto no estado emocional. Para isso, analisaram 154 artigos de 28 países, totalizando 5.715 participantes. Nos trabalhos incluídos, os cientistas induziram os voluntários a simular tanto a privação aguda – em que eles ficavam longos períodos sem pregar os olhos – quanto a crônica, em que tinham que dormir menos horas do que o usual. Também foi avaliado o efeito do chamado sono fragmentado, quando ele é interrompido várias vezes. pesquisa sono O impacto emocional foi mensurado por meio de questionários com respostas a estímulos emocionais e testes para medir sintomas de ansiedade e depressão. Todos os dados eram comparados a um grupo controle. Leia tambémComo a prática regular de exercícios pode beneficiar mulheres com miomas e endometrioseTecnologia vestível é a tendência fitness nº 1 no mundo para 2024 Diferente dos afetos positivos, as emoções negativas como medo, raiva, desgosto e estresse, foram menos consistentes. Para os autores, há uma explicação evolutiva para esse fenômeno: esses sentimentos têm função imediata diante de uma ameaça. “O fato de eles serem menos afetados pela falta de sono seria melhor para nossa própria proteção”, explica a especialista. Outros estudos sugerem que cerca de 30% dos adultos não dormem o suficiente. Um artigo brasileiro aponta que fatores como tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e excesso de peso também estão associados a problemas para dormir. Em São Paulo, dados do Episono (Estudo Epidemiológico do Sono) mostram que 45% da população queixa-se de insônia. Fonte: Agência Einstein Fitness
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