Veja como agem substâncias achadas no brigadeirão que matou empresário Ouvir 6 de junho de 2024 Peritos do Instituto Médico Legal (IML) confirmaram que o empresário Luiz Marcelo Ormond morreu envenenado com morfina. A substância foi encontrada no corpo do homem e a principal hopótes é que ele ingeriu o veneno disfarçado por um brigadeirão preparado por sua namorada, Júlia Andrade. O relatório do IML apontou que Luiz Marcelo ingeriu ao menos 60 comprimidos do medicamento Dimorf, que tem a morfina, o mais antigo e mais famoso dos opioides, como base. Além disso, o laudo mostrou que o conteúdo estomacal da vítima tinha uma grande quantidade de clonazepam. Leia também Brasil Brigadeirão: namorada usou nome falso e se escondeu em hotel. Vídeo Brasil Brigadeirão: morfina é encontrada no corpo de empresário assassinado Brasil Brigadeirão: família diz que suspeita “fez besteira” a mando de cigana Brasil Suspeita de matar namorado com brigadeirão se entrega e é presa no RJ O que tinha no brigadeirão? A morfina é um remédio contra a dor considerado um dos principais analgésicos do mundo. A prescrição máxima segura de comprimidos, segundo o Manual MSD, é de 20 mg da substância a cada intervalo de três horas. A dose ingerida por Luiz Marcelo pode ter chegado a 480 mg de uma só vez. Já o clonazepam é um medicamento para tratamento da ansiedade e do transtorno bipolar. Pertencente à categoria dos benzodiazepínicos, ele é usado para tratar episódios graves de mania e descontrole emocional. Ambos remédios são liberados para comercialização apenas com receita, já que as doses altas podem levar a efeitos adversos graves, incluindo coma e morte. O clonazepam pode ser comprado com receita azul (com duas vias, uma fica retida na farmácia), enquanto a morfina só é vendida com receita amarela (a mais estrita de todas). Ao se entregar à polícia, Júlia Andrade não revelou como teve acesso aos medicamentos. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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