Adultos na Europa consomem em média 9,2 litros de álcool puro por ano Ouvir 25 de julho de 2024 A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira (25/7) que houve pouco ou nenhum progresso na redução do consumo de álcool e seus danos na Europa. Todos os dias, cerca de 2,2 mil pessoas morrem de causas relacionadas ao álcool na região. Os dados mais recentes disponíveis, que abrangem 53 Estados-membros, indicam que a Europa e a Ásia Central têm o maior consumo de álcool per capita do mundo. Transtornos e dependência O conselheiro especial do Diretor Regional da OMS para a Europa sobre Doenças Não Transmissíveis e Inovação, Gauden Galea, disse que “os danos do álcool podem ser arrasadores para a saúde e o bem-estar”. Segundo ele, os impactos “vão muito além da pessoa que bebe, incluindo violência doméstica, ferimentos, acidentes, rompimentos familiares e saúde mental”. O especialista defende que os países se esforcem mais para implementar políticas eficazes na redução do consumo de álcool. Leia também Saúde O que acontece com o corpo se você ficar um mês sem beber álcool Brasil Pães de forma com teor alcoólico comprometem teste do bafômetro Saúde Energético com álcool prejudica o cérebro a longo prazo, aponta estudo Distrito Federal Doença lenta e silenciosa: alcoolismo matou 130 pessoas no DF em 2024 A OMS afirma que, em 2019, uma média de dois em cada três adultos consumia álcool na região europeia. Estima-se que um em cada 10 adultos tenha um transtorno de uso de álcool e quase um em cada 20 vive com dependência. Apesar dessas estatísticas alarmantes, apenas 12 dos 53 países da Região fizeram progressos significativos em direção a uma redução de 10% no consumo de álcool desde 2010, em conformidade com as metas acordadas do quadro global de monitoramento da OMS e do quadro europeu de ação sobre álcool para 2022–2025. Recomendações de políticas públicas Embora a Região Europeia da OMS como um todo pareça estar no caminho certo para atingir a meta, isso se deve principalmente a reduções substanciais no consumo de álcool em alguns dos países mais populosos, como Rússia, Turquia e Ucrânia. Nessas nações foram adotadas medidas para aumentar os impostos especiais de consumo de álcool e limitar a disponibilidade do produto. Nos países da União Europeia, no entanto, não houve mudanças significativas nos níveis de consumo de álcool por mais de uma década. A conselheira regional da agência sobre Álcool, Drogas Ilícitas e Saúde Prisional, Carina Ferreira-Borges, enfatizou que os altos níveis de consumo de álcool estão causando “centenas de milhares de doenças e lesões cardiovasculares, cânceres e cirrose hepática”. Algumas das recomendações da OMS são aumentar os impostos especiais de consumo sobre bebidas alcoólicas, implementar restrições amplas à comercialização do produto e reduzir sua disponibilidade. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias 10 dicas para enfrentar onda de calor no Brasil 20 de setembro de 2023 A onda de calor que se instalou em todas as regiões do Brasil desde o último fim de semana promete alcançar níveis altíssimos de temperatura. Essa onda de calor está prevista para se estender até a primeira semana da primavera, com alguns lugares superando os 40ºC. O Instituto Nacional de… Read More
Notícias Saiba como tratar aftas de forma caseira e quando procurar o dentista 29 de julho de 2025 A afta é uma úlcera dolorosa que aparece na mucosa da boca, podendo atingir a parte interna das bochechas e lábios, a língua ou a garganta. Essa condição atinge pessoas de todas as idades e costuma durar de uma a duas semanas. É a lesão bucal mais comum, inclusive entre… Read More
Celulite: entenda os tipos, causas e opções de tratamento 2 de maio de 2025 Celulite é o nome popular da lipodistrofia ginoide, uma alteração estética caracterizada por ondulações e depressões na pele, especialmente nas regiões dos glúteos, coxas e quadris. Embora não seja uma doença, a condição pode gerar desconforto e impactar a autoestima de muitas pessoas. Fatores como predisposição genética, oscilações hormonais e… Read More