Caminhada: estudo diz quantos passos dar para evitar doença cardíaca Ouvir 22 de fevereiro de 2024 A caminhada é um dos exercícios mais democráticos existentes: basta um par de tênis para começar. Andar pode parecer simples, mas envolve uma série de músculos, incluindo o cardíaco, além de impactar a capacidade respiratória. Mas quantos passos são necessários para conseguir os benefícios da atividade? Vários estudos tentam responder esta pergunta. Um levantamento de agosto de 2023, por exemplo, aconselhava cerca de 11 mil passos por dia para reduzir em até 80% as chances de morte em comparação com indivíduos sedentários. Entretanto, a quantidade de passos varia conforme idade e gênero. Para evitar problemas cardíacos, uma pesquisa recente mostrou um número mais preciso especificamente para mulheres com mais de 60 anos. Leia também Saúde Caminhada até o trabalho diminui risco de infarto e câncer, diz estudo Saúde Como tornar a caminhada mais desafiadora? 5 dicas para suar andando Saúde Quer tornar a caminhada um exercício físico eficaz? Médico dá 4 dicas Saúde Caminhar é exercício, sim! Harvard indica 12 benefícios da caminhada A resposta da Universidade de Buffalo, nos EUA, foi publicada na revista científica JAMA Cardiology nessa quarta-feira (21/2). A análise feita com quase 6 mil mulheres norte-americanas com idades entre 63 e 99 anos revelou que com apenas 3,6 mil passos por dia, em média, já se reduzia o risco de insuficiência cardíaca em 26%. Outra medida de controle da atividade é o tempo: o esforço dá resultados para preservar a saúde do coração das mulheres em cerca de 70 minutos de exercício leve ou em 30 minutos de caminhada com velocidade moderada. “Andar cerca de 3 mil passos por dia pode ser uma meta razoável para mulheres idosas e é capaz de reduzir o risco da insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), muito associada ao envelhecimento”, explica o epidemiologista Michael J. LaMonte, principal autor do estudo, ao site da universidade. Saúde do coração A ICFEP é mais comum em mulheres idosas, especialmente naquelas que tenham outros quadros de saúde como obesidade, pressão alta, diabetes, insuficiência renal e fibrilação atrial. O pesquisador ressalta a importância do estudo por ser o primeiro a mostrar o impacto da caminhada na saúde de mulheres para evitar a insuficiência cardíaca. A maioria dos estudos compara dados de mortalidade, não de risco de doenças. “A insuficiência cardíaca é muito comum em mulheres idosas e temos poucas opções de tratamento estabelecidas, o que torna a prevenção primária ainda mais importante. O potencial das atividades de vida diária de intensidade leve que encontramos pode estimular todos a praticar mais exercícios”, acrescenta LaMonte. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Check-up do coração: 6 exames para prolongar a saúde cardíaca 10 de março de 2024 As doenças cardiovasculares provocam 400 mil mortes a cada ano no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Para promover a saúde do coração, estar com os exames em dia e adotar um estilo de vida saudável são atitudes fundamentais. As patologias que atingem o coração têm origens diversas. No… Read More
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Notícias Menina fica sem andar após contrair grave infecção em banheira 14 de novembro de 2023 Um momento relaxante em uma banheira de hidromassagem levou a pequena britânica Poppy Burns, de 12 anos, a desenvolver uma infecção de pele. Mãe da criança, a fotógrafa Georgina Burns julgava que o problema estava resolvido após o tratamento com antibióticos recomendado pelos médicos. No entanto, um incidente durante um… Read More