Chia: saiba quais são os benefícios de comer a semente todos os dias Ouvir 4 de novembro de 2025 A chia é uma semente originária da América Central e tem espaço na alimentação saudável devido à sua composição nutricional. Ela é rica em fibras, ômega-3 e antioxidantes, e também pode ser preparada em diferentes refeições, do café da manhã às sobremesas. O consumo diário da chia pode trazer benefícios variados ao organismo, já que ela atua desde a regulação da glicose no sangue até a proteção dos vasos sanguíneos. Entender como a semente age no corpo ajuda a incluir a chia de maneira segura e eficaz na alimentação. Leia também Saúde Chia: nutris explicam quais são os maiores benefícios da semente Vida & Estilo Chá de lichia é anti-inflamatório e rico em vitamina C Vida & Estilo Nutricionista ensina diferentes formas de hidratar semente de chia Vida & Estilo Nutricionista revela se tomar chia com limão ajuda no emagrecimento Chia, saúde do coração e controle da glicemia A chia apresenta um efeito positivo sobre a saúde cardiovascular. Isso ocorre porque os nutrientes presentes na semente reduzem processos inflamatórios, melhoram os níveis de colesterol e equilibram a pressão arterial. Com isso, ela fortalece o sistema circulatório e ajuda a prevenir problemas como doenças cardíacas e aterosclerose. Além disso, uma das características da semente é a capacidade de formar um gel no intestino, o que diminui a velocidade de absorção dos carboidratos. A nutricionista Giovanna Baleeiro, da Doctor Puro, em São Paulo, explica que incluir chia nas refeições pode auxiliar no controle metabólico. Isso evita variações bruscas de glicose no sangue e favorece a sensação de saciedade. “A ingestão diária de chia contribui não apenas para a regulação do açúcar no sangue, mas também pode melhorar a saúde intestinal, já que suas fibras promovem uma flora mais equilibrada e ajudam na absorção de nutrientes essenciais”, afirma Giovanna. Prevenção de doenças crônicas O consumo diário da semente está associado à redução de inflamação e estresse oxidativo, fatores muito importantes no desenvolvimento de doenças crônicas. Por isso, diabetes tipo 2, obesidade, distúrbios metabólicos e condições cardiovasculares podem ser prevenidas quando a semente faz parte de uma alimentação equilibrada e diversificada. Performance, saciedade e controle do peso Consumir uma a duas colheres de sopa de chia por dia pode trazer benefícios além da alimentação. O nutricionista Gustavo Carvalho, que atende em Brasília, destaca que a forma como a semente é ingerida faz a diferença. “A chia é um componente seco e a hidratação dela ajuda bastante na absorção. Quando hidratada, a semente apresenta uma composição gelatinosa no nosso estômago, por isso ajuda bastante no controle do apetite e é associada com a perda de peso”, explica Gustavo. A semente também fornece minerais e antioxidantes que auxiliam na recuperação do corpo depois de atividades físicas. Ela não substitui proteínas ou suplementos, mas funciona como um complemento, porque ajuda no equilíbrio metabólico e favorece a recuperação muscular. Complementação de alimentos Além de acrescentar nutrientes às refeições, a semente pode substituir alimentos com baixo valor nutricional, enriquecendo pratos simples e aumentando a ingestão de fibras. Usar chia nas preparações aumenta a ingestão de fibras e melhora o valor nutricional das refeições O uso deve ser complementar, garantindo que outros grupos alimentares, como proteínas e ômega-3 de origem animal, continuem presentes na alimentação. Cuidados com a semente Apesar dos benefícios, pessoas que utilizam anticoagulantes ou medicamentos para diabetes precisam observar a ingestão de chia. A semente pode potencializar os efeitos desses tratamentos, por isso é recomendado buscar orientação profissional antes de aumentar o consumo. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Definição de obesidade mudou. O que isso significa para o tratamento? 26 de janeiro de 2025 *O artigo foi escrito pelo pelos professores de medicina Louise Baur, da Universidade de Sidney; John B. Dixon, da Universidade Tecnológica de Swinburne; e Priya Sumithran e Wendy A. Brown, da Universidade Monash, e publicado na plataforma The Conversation Brasil. A obesidade está associada a muitas doenças comuns, como diabetes… Read More
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