Dermatologista explica o que pode causar a disidrose Ouvir 18 de dezembro de 2023 A disidrose é uma doença que provoca o surgimento de pequenas vesículas e bolhas claras com uma área avermelhada na palma das mãos e planta dos pés. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, essas lesões podem causar a sensação de coceira e dor. Posteriormente, as bolhas se transformam em descamações da pele. Em 70% a 80% dos pacientes, a doença atinge somente as mãos. Nos casos mais leves, as vesículas podem surgir apenas na face lateral dos dedos das mãos, ocupando uma região bem limitada. Além disso, as feridas podem se agrupar formando bolhas maiores. Quase sempre, a disidrose regride em uma a três semanas, mas pode se tornar crônica. Leia também Saúde Bolhas nos pés e nas mãos podem ser disidrose. Conheça o problema Vida & Estilo Pele oleosa? Dermatologista explica como deve ser rotina de skincare Claudia Meireles Dermatologistas ensinam as 8 melhores dicas antienvelhecimento Saúde Caspa aumenta no frio? Dermatologista explica como tratar condição “Esses sintomas surgem predominantemente nas mãos e nos pés, onde temos maior transpiração. São vesículas com líquido que podem formar bolhas quando próximas. Os sintomas da disidrose se mantêm de uma a três semanas, podendo levar de semanas a vários meses para aparecer novamente”, afirma a dermatologista Clessya Rocha. Causas e tratamento da disidrose De acordo com Clessya, a disidrose pode ter como causas a dermatite de contato, infecções fúngicas ou farmacodermia. A condição é mais comum nos meses quentes e se associa com frequência à hiperidrose. Fatores emocionais podem agravá-la ou até mesmo desencadeá-la, segundo a SBD. O diagnóstico clínico é feito somente por um especialista. A dermatologista ressalta que nenhuma dica de saúde ou conteúdo na internet substitui a visita ao médico. “Procure um dermatologista, que vai examinar as lesões e pedir um teste alérgico para esclarecer se é uma dermatite de contato alérgica ou uma manifestação cutânea por infecção fúngica. Só então começa o tratamento adequado”, reforça a especialista, que é também professora de Dermatologia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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