Saiba como identificar os sinais de vício em celular nas crianças Ouvir 15 de fevereiro de 2025 Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a Lei 15.100/25 que proíbe o uso de celulares nas escolas públicas e particulares. A medida gerou discussão sobre o impacto do vício em celular na saúde mental das crianças e adolescentes. De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2023, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, cerca de 25 milhões de crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos eram usuários de internet em 2023 no país. Na relação entre jovens e internet, há o uso de redes sociais que causam um impacto considerável na saúde desse público. Leia também Saúde Celulares nas escolas: entenda polêmica e efeitos na saúde mental Distrito Federal Volta às aulas sem celular nas escolas: o que pode e o que não pode Distrito Federal Alunos de escolas públicas só poderão usar celulares em três situações Distrito Federal Celulares serão proibidos em escolas do DF: “Professores apreenderão” O psicólogo Marcos Torati, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, explica que os feeds das redes sociais são projetados para estimular a hiperconectividade. “No caso dos jovens, devemos observar se a relação com o meio virtual dilui a experiência de privacidade e solitude, necessárias na formação da identidade. Quando a busca do adolescente por se conhecer e ser reconhecido se resume a postar e compartilhar, a dependência do mundo digital não é a raiz do problema e sim um sintoma de uma busca emocional para pertencer”, avalia. 12 imagens Fechar modal. 1 de 12 Reconhecer as dificuldades e buscar ajuda especializada são as melhores maneiras de lidar com momentos nos quais a carga de estresse está alta Getty Images 2 de 12 Mas como saber quando buscar ajuda? A qualidade da saúde mental é determinada pela forma como lidamos com os sentimentos Getty Images 3 de 12 Pessoas mentalmente saudáveis são capazes de lidar de forma equilibrada com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida. Porém, alguns sinais podem indicar quando a saúde mental não está boa. Confira Getty Images 4 de 12 Insônia, depressão e estresse elevam risco de arritmia cardíaca pós-menopausa Getty Images 5 de 12 Estresse: se a irritação é recorrente e nos leva a ter reações aumentadas frente a pequenos acontecimentos, o sinal vermelho deve ser acionado. Caso o estresse seja acompanhado de problemas para dormir, é hora de buscar ajuda Getty Images 6 de 12 Além de fatores genéticos, a longevidade pode estar associada à quantidade de vezes que a pessoa ficou doente Getty Images 7 de 12 Lapsos de memória: se a pessoa começa a perceber que a memória está falhando no dia a dia com coisas muito simples é provável que esteja passando por um episódio de esgotamento mental Getty Images 8 de 12 Alteração no apetite: na alimentação, a pessoa que come muito mais do que deve usa a comida como válvula de escape para aliviar a ansiedade. Já outras, perdem completamente o apetite Getty Images 9 de 12 Autoestima baixa: outro sinal de alerta é a sensação de incapacidade, impotência e fragilidade. Nesse caso, é comum a pessoa se sentir menos importante e achar que ninguém se importa com ela Getty Images 10 de 12 Desleixo com a higiene: uma das características da depressão é a perda da vontade de cuidar de si mesmo. A pessoa costuma estar com a higiene corporal comprometida e perde a vaidade Getty Images 11 de 12 Sentimento contínuo de tristeza: ao contrário da tristeza, a depressão é um fenômeno interno, que não precisa de um acontecimento. A pessoa fica apática e não sente vontade de fazer nada Getty Images 12 de 12 Para receber diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, é muito importante consultar um psiquiatra ou psicólogo. Assim que você perceber que não se sente tão bem como antes, procure um profissional para ajudá-lo a encontrar as causas para o seu desconforto Getty Images Impacto do vício em celular no desenvolvimento da criança e do adolescente A ausência de pausas no uso do celular pode reforçar a tendência à instantaneidade, dificultando o manejo da capacidade de espera, o que se conecta com o conceito de Fomo, que vem da expressão em inglês “fear of missing out”, que significa “medo de ficar de fora”. Ou seja, o medo de não conseguir acompanhar as atualizações dos eventos. Além disso, o excesso de estímulos e conteúdos apresentados em alta velocidade pode banalizar as experiências, reduzindo a capacidade de atenção e a qualidade do tempo na plataforma. Leia a notícia completa no portal Alto Astral, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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Saiba como diferenciar rinite, asma, sinusite e bronquite 17 de julho de 2025 Sintomas como dificuldade para respirar, espirros frequentes, tosse persistente ou dor facial são comuns em diversas doenças, especialmente naquelas respiratórias que aparecem bastante no inverno. Então, como diferenciar condições como rinite, asma, sinusite ou bronquite? “Embora todas afetem o sistema respiratório, cada uma apresenta mecanismos, causas e tratamentos distintos. Rinite… Read More
Idosos no verão: saiba quais cuidados com a saúde devem ser adotados 4 de dezembro de 2024 Nos últimos anos, as ondas de calor se apresentam como fenômenos cada vez mais frequentes no Brasil. Com a proximidade do verão, a preocupação com os cuidados básicos durante a estação aumentam e é necessário dar uma atenção especial à saúde. As medidas preventivas são fundamentais quando se trata dos… Read More