Comida de Natal: entenda a diferença entre aproveitar e exagerar Ouvir 16 de dezembro de 2024 Quem não ama aquela mesa farta e cheia de delícias típicas da ceia de Natal, não é mesmo? Nesse momento, não costuma ser problema sair um pouco da dieta e comer mais do que o normal – afinal, não é apenas sobre a comida em si, mas também sobre os momentos com pessoas que você ama e o valor afetivo daqueles pratos. Contudo, justamente por ter um valor afetivo, algumas pessoas acabam exagerando na dose para lidar com suas emoções. E isso não é bom. “A comida não deve ser um substituto para emoções mal processadas e quando isso acontece, é hora de olhar para a relação com a alimentação e, talvez, para a saúde emocional”, alerta a psicóloga especialista em transtornos alimentares Valeska Bassan. A comida de Natal como uma válvula de escape “A comida faz parte da celebração e do afeto, mas quando passa a ser usada como uma válvula de escape, ela pode trazer mais angústia do que prazer”, explica a psicóloga. Segundo ela, nesse momento podem ocorrer casos de compulsão alimentar. Isso pode acontecer, por exemplo, quando a pessoa come em excesso, muito mais do que realmente tem vontade. Ou quando sente uma grande culpa ou arrependimento após usar a comida como única fonte de prazer. Leia também Gastronomia Biscoito de Natal: 6 receitas diferentes para provar na ceia Vida & Estilo Fruta natalina retarda o envelhecimento e regula a pressão arterial Saúde 5 dicas para tornar a ceia de Natal termogênica e mais saudável Claudia Meireles Saiba como aproveitar a ceia de Natal sem perder o foco na dieta Valeska reforça que é importante manter uma conexão real e comer alimentos em vez de “engolir” as emoções. É essencial também encontrar outras fontes de prazer nos encontros, nas brincadeiras em família e nos momentos especiais, que vão além da comida. Leia a reportagem completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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Jovem morre aos 23 anos após negar tratamento com quimioterapia 25 de junho de 2025 Por falta de informação, Paloma Shemirani morreu aos 23 anos, apenas sete meses após ser diagnosticada com linfoma não Hodgkin, um tipo de câncer no sangue. Apesar das altas chances de cura, os irmãos da jovem britânica contam que ela recusou o tratamento oferecido influenciada por teorias da conspiração defendidas… Read More