Brasileiro ajuda a descobrir como cérebro reconhece rostos das pessoas Ouvir 25 de setembro de 2023 Cláudio Vieira de Oliveira, um brasileiro que mora na cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia, ajudou pesquisadores do Dartmouth College, dos Estados Unidos, a terem novas pistas sobre como o cérebro armazena informções sobre os rostos das pessoas. A pesquisa em desenvolvimento pode ajudar a compreender porque algumas pessoas com transtornos do espectro autista (TEA) têm dificuldade em reconhecer rostos, por exemplo. Claudinho, como ficou conhecido, tem a doença Artrogripose Múltipla Congênita (AMC), que restringe a amplitude de movimento nas articulações. Ele nasceu com as pernas atrofiadas, os braços colados ao peitoral e a cabeça virada 180° para trás. Leia também Distrito Federal Mãe cria vaquinha para tentar salvar a visão do filho de 1 ano Saúde Jamais vu: cientistas descrevem sensação oposta ao déjà vu Saúde Cientistas realizam 2º transplante de coração de porco para humano Saúde Mãe do 1º paciente com implante coclear no AM celebra nova rotina A maioria das pessoas é pior em processar informações em rostos quando está de cabeça para baixo, um fenômeno conhecido como efeito de inversão de face. “Isso afeta quase todos os aspectos da percepção facial – identidade, leitura das expressões faciais das pessoas, decisão se alguém é atraente”, explicou Brad Duchaine, do Dartmouth College, em um comunicado. Cláudio, no entanto, demonstra níveis semelhantes de percepção quando precisa identificar rostos em imagens, independentemente de serem mostradas na vertical ou de cabeça para baixo. Estudo sobre a percepção dos rostos Além de Cláudio, o estudo contou com a participação de outras 22 pessoas que normalmente mantêm a cabeça ereta, para testar a capacidade de percepção facial delas. Os voluntários deveriam responder se duas imagens – uma apresentada de perfil lateral e outra mostrando o rosto completo – eram da mesma pessoa. Cláudio deu respostas corretas em 61% das vezes que foi apresentado a rostos na vertical, e 68% das vezes em que eles estavam invertidos. Para o grupo controle, a percepção foi de 83% e 64% respectivamente, demonstrando maior dificuldade em identificar rostos invertidos. Para os cientistas, isto sugere que a forma como reconhecemos rostos se deve a fatores evolutivos, bem como a experiências pessoais. A melhor pontuação de Claúdio para reconhecer os rostos vidados de cabeça para baixo foi importante para confirmar a capacidade de adaptação. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Artrite: médico de Harvard indica exercícios para acabar com a dor 18 de abril de 2025 Para quem sofre com artrite, fortalecer a musculatura é essencial para sustentar articulações e reduzir os desconfortos causados pela doença. A dica é do reumatologista Robert Shmerling, da Universidade de Harvard. “A dor e a rigidez causadas pela artrite fazem com que se movimentar seja a última coisa que você… Read More
Notícias Anvisa faz novo alerta proibindo farmácias de manipular preenchedores 17 de junho de 2025 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um novo alerta, nessa segunda-feira (16/6), para reforçar que farmácias de manipulação são proibidas de fabricar, vender ou aplicar preenchedores intradérmicos. Segundo a Anvisa, formulações como ácido hialurônico, hidroxiapatita de cálcio, polimetilmetacrilato (PMMA) e o ácido poli-L-láctico (PLLA) são consideradas dispositivos médicos… Read More
Notícias Hábitos simples podem acabar com a gordura no fígado. Saiba quais são 25 de novembro de 2025 Por muito tempo, até médicos trataram os acúmulos de gordura no fígado como um quadro simples. Estudos mais recentes, porém, destacam que a esteatose hepática pode estar por trás de grandes problemas de saúde, incluindo o câncer de fígado. Por isso, médicos são unânimes em recomendar que pacientes com esteatose… Read More