Anvisa proíbe vendas de azeite, molho, polpa e champignon; saiba quais Ouvir 8 de julho de 2025 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nessa segunda-feira (7/7) a comercialização de quatro alimentos que apresentaram irregularidades em testes laboratoriais. Os produtos são azeite extravirgem, polpa de morango, molho de alho e champignon em conserva. A decisão foi tomada após testes laboratoriais apontarem irregularidades nos produtos, como presença de substâncias acima do permitido e até de origem desconhecida. Entre os itens suspensos está a polpa de morango da marca De Marchi, lote 09437-181, com validade até novembro de 2026. O produto apresentou “matérias estranhas” no teste feito pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen-SC). Leia também Brasil Anvisa publica alerta para riscos de progressiva com formol Saúde Anvisa determina recolhimento de whey e canela em pó adulterados Saúde Anvisa determina apreensão de medicamentos falsificados. Veja lista Brasil Anvisa determina apreensão de repelente clandestino. Saiba qual é Já o champignon em conserva da marca Imperador, fabricado pela Indústria e Comércio Nobre, teve o recolhimento determinado após laudo apontar excesso de dióxido de enxofre – um conservante que, em grandes quantidades, pode causar reações adversas. A análise foi realizada pelo Lacen do Distrito Federal. Azeite sem origem conhecida Entre os produtos suspensos está o azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos, importado pela empresa Intralogística Distribuidora Concept Ltda. Segundo a Anvisa, o produto não teve a origem comprovada e foi reprovado nos testes de rotulagem e composição físico-química. “A comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do produto estão proibidas”, informou a agência. A Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, detentora da indicação geográfica “Vale dos Vinhedos” para vinhos e espumantes, afirmou ao Metrópoles que não tem qualquer relação com a empresa citada pela Anvisa e que acionou seu departamento jurídico para avaliar possíveis medidas diante do que diz ser uso indevido da marca. Recolhimento A lista da agência inclui ainda o molho de alho da marca Qualitá, fabricado pela Sakura Nakaya Alimentos. O lote 29, com validade até janeiro de 2026, apresentou teor de dióxido de enxofre acima do permitido. Todos os lotes citados devem ser recolhidos do mercado, e os consumidores são orientados a não utilizar os produtos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União. A reportagem entrou em contato com as empresas responsáveis pelos alimentos e aguarda posicionamento. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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