Saiba qual bebida milenar pode ajudar a limpar gordura do fígado Ouvir 8 de novembro de 2025 Uma das bebidas mais antigas do mundo tem chamado a atenção dos nutricionistas por seu potencial de ajudar na limpeza do fígado e na redução da gordura acumulada no órgão. A explicação está nas catequinas, compostos antioxidantes presentes no chá verde que protegem as células hepáticas e contribuem para o metabolismo das gorduras. Leia também Saúde Gordura no fígado: sintomas e como é feito o tratamento da condição Vida & Estilo Chás para gordura no fígado: veja 4 opções, benefícios e como tomar Saúde Câncer de fígado: conheça as principais causas e como se prevenir Saúde Fígado e whey protein: saiba se suplemento interfere na saúde do órgão A nutricionista Thaiz Brito explica que, apesar de o consumo regular ter benefícios, ele não deve ser visto como um tratamento. “Apesar de o chá verde apresentar efeitos benéficos, não podemos alegar que a planta irá tratar a doença”, diz. A especialista reforça que a esteatose hepática — acúmulo de gordura no fígado — está ligada a fatores como má alimentação, sedentarismo e consumo excessivo de álcool, e que o controle depende de mudanças de estilo de vida. A nutricionista Rayanne Marques complementa que a bebida se destaca pela ação anti-inflamatória e protetora. “O chá verde é rico em antioxidantes potentes, como as catequinas, que ajudam a reduzir inflamações e proteger as células do fígado contra danos, além de contribuir para diminuir a quantidade de gordura no órgão”, explica. O consumo deve ser moderado, pois o excesso de cafeína pode causar irritação gástrica e sobrecarregar o fígado. Pessoas com hipertensão, gastrite, ansiedade, arritmia ou doenças hepáticas graves precisam consultar um profissional antes de incluir a bebida na rotina. Modo de preparo do chá verde Aqueça 250 ml de água, sem deixar ferver completamente (cerca de 80 °C). Adicione uma colher de chá de folhas secas ou um saquinho. Tampe e deixe em infusão por dois a três minutos. Coe e consuma em seguida, sem adoçar. O ideal é tomar até três xícaras por dia, entre as refeições. O preparo correto é essencial para preservar os compostos antioxidantes e evitar o sabor amargo. Segundo Brito, a bebida pode ser um bom complemento dentro de um estilo de vida equilibrado, mas deve vir acompanhada de alimentação saudável e prática de exercícios. “Não existe alimento milagroso. O tratamento depende de um conjunto de boas escolhas e do acompanhamento profissional adequado”, conclui. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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