Fome ou sono? Ciência já consegue diferenciar 4 tipos de choro de bebê Ouvir 30 de dezembro de 2023 Apesar de ser um meio de comunicação eficiente para alertar os pais de que algo está errado, o que significa cada tipo de choro do bebê ainda é um enigma. Porém, pesquisadores do Hospital Clínic de Barcelona, na Espanha, deram um passo em direção a um entendimento dos gritos dos recém-nascidos. “A experiência clínica dizia que o recém-nascido chora de maneira diferente dependendo do que está acontecendo. Como pediatra, você tinha a sensação de que poderia aprender a interpretar os choros“, explica o chefe do Serviço de Neonatologia do Clínic e autor do estudo, Oscar Garcia-Algar. Leia também Brasil Bebê que nasceu com 580 gramas e fez 12 cirurgias tem alta de hospital Vida & Estilo Seu bebê tem dificuldade para dormir? Expert ensina como resolver Saúde Vídeo: mulher com 2 úteros dá à luz bebês em dias diferentes nos EUA Saúde Bebê é internado após cabelo da mãe se enrolar em seu pescoço à noite Foram analisados 38 recém-nascidos. Além do choro, foram coletados dados eletroencefalográficos, de oxigênio no cérebro, expressões faciais, movimentos corporais e frequência cardíaca. As informações foram analisadas por uma inteligência artificial. O que significa cada choro Os pesquisadores descobriram que quando o choro está relacionado à fome, ele é mais constante, rítmico, barulhento (mas não agudo) e de curta duração. Os bebês também tendem a fazer mais movimentos corporais e expressões faciais para chamar a atenção dos cuidadores. Se a criança está cansada, o choro tende a ser prolongado e monótono. Quando o bebê está agoniado, ou sentindo dor, o lamento é errático, com menos pausas, prolongado e agudo — nesses casos, eles também fazem caretas de desconforto e agitam muito os braços e pernas, além de cerrar os punhos. Cada tipo de choro tem um significado diferente O choro relacionado à necessidade de arrotar é semelhante ao da aflição, mas mais rouco e prolongado. Os cientistas afirmam que o levantamento é preliminar, já que foram estudados dados de poucas crianças, e todas estavam usando uma touca com sensores, o que pode ter causado desconforto. A ideia é, no futuro, criar um sensor que diga exatamente o que o bebê precisa — não só em casa, mas também em internações hospitalares. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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