Fiocruz desenvolve vacina de mRNA para substituir a da AstraZeneca Ouvir 9 de maio de 2024 Após o anúncio de que a AstraZeneca não fabricará mais o imunizante contra o coronavírus, a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) se concentrará no desenvolvimento de uma vacina própria com tecnologia de mRNA. Durante a pandemia, a AstraZeneca e a Fiocruz fecharam acordo de transferência de tecnologia para que o imunizante desenvolvido em Oxford fosse fabricado aqui. Desde então, cerca de 190 milhões de doses da vacina AstraZeneca foram produzidas no laboratório de Bio-manguinhos, no Rio de Janeiro. A decisão da farmacêutica inglesa de não atualizar o imunizante para as novas variantes do coronavírus já tinha feito a produção das vacinas diminuir no Brasil. Agora, com a produção totalmente suspensa, a fundação brasileira aumentará os esforços para desenvolver uma vacina própria contra a Covid com tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), como é a da Pfizer. Leia também Paulo Cappelli AstraZeneca e Covid: risco de trombose aumenta sem vacina, diz Fiocruz Saúde Fiocruz: crianças brasileiras estão ficando mais altas e mais obesas Saúde Após polêmicas, AstraZeneca decide parar fabricação de vacina da Covid Saúde Ministério da Saúde garante segurança e eficácia da vacina AstraZeneca Em setembro de 2021, a Fiocruz foi selecionada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para um programa de incentivo ao desenvolvimento de vacinas contra a Covid. Em nota sobre a decisão da AstraZeneca, a Fiocruz reafirmou a importância do acordo de transferência de tecnologia e da aplicação do imunizante durante a pandemia. Acordo de tecnologia entre a farmacêutica e o governo brasileiro permitiu fabricação do imunizante aqui Leia a nota completa da Fiocruz: A vacina Covid-19 produzida pela Fiocruz foi utilizada durante a pandemia seguindo orientação e recomendações da Organização Mundial de Saúde, e foi considerada uma estratégia eficaz do Ministério da Saúde para salvar vidas em momento de alto risco de doença grave pela Covid. O imunizante, com eficácia geral de 82%, recebeu registro da Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa) no Brasil, mediante análise de todos os dados de segurança e eficácia. Mais de 190 milhões de doses da vacina foram aplicadas no país. Pela dinâmica da pandemia, a AstraZeneca optou por não atualizar o imunizante para as novas variantes do vírus. Desde 2021, a Fiocruz vem investindo esforços no desenvolvimento de uma plataforma de vacinas mRNA, tendo sido o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) da Fiocruz selecionado pela OMS como centro para desenvolvimento e produção de vacinas com tecnologia de RNA mensageiro na América Latina. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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