Alzheimer: SUS amplia tratamento para pacientes com quadro grave Ouvir 16 de maio de 2025 O Ministério da Saúde determinou a ampliação do uso do medicamento donepezila para pacientes com a forma grave do Alzheimer, via Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi publicada no Diário Oficial da União dessa quinta-feira (15/5) e deve beneficiar 10 mil pessoas no primeiro ano. Leia também Saúde Passar muito tempo sentado aumenta risco de Alzheimer, mostra estudo Saúde Estudo consegue prever quando sintomas do Alzheimer genético surgirão Saúde Anvisa aprova medicamento inédito para Alzheimer em estágio inicial Saúde Especialista explica a correlação entre herpes e Alzheimer Antes da nova medida, o medicamento era oferecido na rede pública de saúde apenas para pacientes com formas leves ou moderadas da doença. O remédio ajuda a preservar as funções cognitivas e a capacidade funcional. Em nota, a pasta informou que, a partir de agora, pacientes com forma grave da doença poderão usar a donepezila em conjunto ou não com a memantina, medicação já disponibilizada pelo SUS. 8 imagens Fechar modal. 1 de 8 Alzheimer é uma doença degenerativa causada pela morte de células cerebrais e que pode surgir décadas antes do aparecimento dos primeiros sintomas PM Images/ Getty Images 2 de 8 Por ser uma doença que tende a se agravar com o passar dos anos, o diagnóstico precoce é fundamental para retardar o avanço. Portanto, ao apresentar quaisquer sintomas da doença é fundamental consultar um especialista Andrew Brookes/ Getty Images 3 de 8 Apesar de os sintomas serem mais comuns em pessoas com idade superior a 70 anos, não é incomum se manifestarem em jovens por volta dos 30. Aliás, quando essa manifestação “prematura” acontece, a condição passa a ser denominada Alzheimer precoce Westend61/ Getty Images 4 de 8 Na fase inicial, uma pessoa com Alzheimer tende a ter alteração na memória e passa a esquecer de coisas simples, tais como: onde guardou as chaves, o que comeu no café da manhã, o nome de alguém ou até a estação do ano urbazon/ Getty Images 5 de 8 Desorientação, dificuldade para lembrar do endereço onde mora ou o caminho para casa, dificuldades para tomar simples decisões, como planejar o que vai fazer ou comer, por exemplo, também são sinais da manifestação da doença OsakaWayne Studios/ Getty Images 6 de 8 Além disso, perda da vontade de praticar tarefas rotineiras, mudança no comportamento (tornando a pessoa mais nervosa ou agressiva), e repetições são alguns dos sintomas mais comuns Kobus Louw/ Getty Images 7 de 8 Segundo pesquisa realizada pela fundação Alzheimer’s Drugs Discovery Foundation (ADDF), a presença de proteínas danificadas (Amilóide e Tau), doenças vasculares, neuroinflamação, falha de energia neural e genética (APOE) podem estar relacionadas com o surgimento da doença Rossella De Berti/ Getty Images 8 de 8 O tratamento do Alzheimer é feito com uso de medicamentos para diminuir os sintomas da doença, além de ser necessário realizar fisioterapia e estimulação cognitiva. A doença não tem cura e o cuidado deve ser feito até o fim da vida Towfiqu Barbhuiya / EyeEm/ Getty Images Leia a notícia completa no portal NSC, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Ocitocina: o que a ciência realmente sabe sobre o “hormônio do amor” 23 de fevereiro de 2026 Pesquisas recentes mostram que o hormônio não é uma “poção do amor”, mas um modulador complexo do comportamento social Read More
Notícias Conheça suco que causa efeito colateral quando consumido com remédios 5 de março de 2025 O suco de toranja é rico em vitamina C e potássio, nutrientes essenciais para o organismo. No entanto, seu consumo não é recomendado durante o uso de alguns medicamentos, pois pode interferir na absorção e nos efeitos dessas substâncias no corpo e comprometer o tratamento. Isso ocorre porque algumas frutas… Read More
Notícias Seios de jovem voltam a crescer após cirurgia de redução de mamas 4 de março de 2024 Uma jovem de 28 anos teve de fazer uma segunda cirurgia de redução dos seios oito anos após ter realizado a primeira. A instrutora de yoga Echo Elliott estava se sentindo profundamente constrangida e desapontada com o tamanho de seus peitos, segundo relatou ao jornal Daily Mail. A segunda cirurgia… Read More