Especialista aponta 3 impactos do TDAH na rotina de adultos Ouvir 22 de maio de 2025 O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um distúrbio neurobiológico crônico caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Eles podem variar em intensidade e manifestar-se de diferentes formas em cada paciente, afetando a capacidade de concentração, organização e controle de impulsos. “O TDAH pode impactar diversos aspectos do dia a dia, desde a capacidade de manter o foco e organização até a impulsividade nas decisões. Reconhecer esses momentos e buscar estratégias de gerenciamento, como psicoterapia e técnicas de organização, pode ajudar a minimizar os efeitos do TDAH e melhorar a qualidade de vida”, comenta Elaine Cristina Coelho de Campos, coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera. Leia também Saúde TDAH pode ficar mais forte na menopausa Saúde Sintomas do TDAH podem ficar mais evidentes na menopausa. Entenda Saúde IA pode ajudar a diagnosticar o TDAH com imagem da retina, diz estudo Saúde Dificuldade de aprendizagem ou TDAH? Saiba como diferenciar Dificuldade em manter o foco no trabalho ou estudos Pessoas com TDAH frequentemente enfrentam desafios para manter o foco em tarefas prolongadas, como trabalho ou estudos. “A dificuldade em concentrar-se pode levar a uma produtividade reduzida, erros frequentes e necessidade de mais tempo para completar tarefas. Isso pode resultar em frustração e sensação de incapacidade de acompanhar o ritmo dos colegas ou cumprir prazos”, comenta Elaine. 11 imagens Fechar modal. 1 de 11 O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é uma condição neurobiológica de causas genéticas que pode acometer pessoas em qualquer idade. É caracterizado, principalmente, por sintomas de desatenção Adrian Swancar/Unsplash 2 de 11 Além disso, a impulsividade e inquietude são alguns dos sintomas mais frequentes entre as pessoas com TDAH. Apesar de ser mais comum em crianças e adolescentes, a condição também pode se manifestar em pacientes na vida adulta Flashpop/ Getty Images 3 de 11 Os principais sintomas da TDAH são: dificuldade para prestar atenção em atividades escolares ou do trabalho, perder coisas necessárias para realizar atividades, parecer não escutar quando falam, evitar tarefas que exigem esforço mental, não seguir instruções e apresentar esquecimentos frequentes em atividades diárias 10’000 Hours/ Getty Images 4 de 11 Ainda podem ser sinais do transtorno: agitar as mãos, pés ou se remexer na cadeira, falar de forma exagerada, ter dificuldade em aguardar, interromper ou se meter em assuntos dos outros e dar respostas precipitadas antes das perguntas terem sido concluídas Victor Dyomin/ Getty Images 5 de 11 Estar frequentemente “a mil”, agir como se estivesse “a todo o vapor” e abandonar a cadeira da sala de aula ou outras situações onde se espera que permaneça sentado também podem indicar a presença da TDAH FG Trade/ Getty Images 6 de 11 Segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), questões hereditárias, alteração do funcionamento de neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), são algumas das causas da TDAH Dorling Kindersley/ Getty Images 7 de 11 Além disso, substâncias ingeridas na gravidez, exposição a chumbo, sofrimento fetal, deficiência hormonal e vitamínicas na dieta, por exemplo, podem influenciar no desenvolvimento do transtorno Oscar Wong/ Getty Images 8 de 11 Segundo especialistas, quando o TDAH é diagnosticado precocemente, tratamentos medicamentosos e psicoterápicos minimizam os sintomas na vida adulta, fazendo com que o paciente se torne mais funcional dentro das expectativas do mundo Linda Epstein/ Getty Images 9 de 11 Contudo, pessoas diagnosticadas tardiamente costumam notar o transtorno com a falta de atenção e concentração em atividades diárias, como estudos, trabalho, e dificuldades na realização de tarefas de rotina skaman306/ Getty Images 10 de 11 O diagnóstico, no entanto, não é tão simples e, muitas vezes, o TDAH pode ser confundido por leigos como falta de interesse, má educação ou desleixo. Por isso, psicólogo e psiquiatra devem ser procurados para fazer a avaliação correta vgajic/ Getty Images 11 de 11 O diagnóstico da condição é clínico. Durante entrevista com paciente e familiares, as queixas são ouvidas e prejuízos funcionais são analisados por especialistas, que determinarão se há ou não a presença do transtorno no indivíduo The Good Brigade/ Getty Images Confira a notícia completa no portal NSC Total, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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