Jovem com pior dor do mundo controla tratamento para dor por bluetooth Ouvir 1 de agosto de 2024 A estudante de veterinária Carolina Arruda, 27 anos, tem a neuralgia do trigêmeo, popularmente conhecida como a pior dor do mundo. A jovem avançou para uma nova etapa de seu tratamento no sábado (27/7), quando passou por uma cirurgia na face para tentar controlar as dores que sente. Carolina tem a neuralgia do trigêmeo nos dois lados do rosto e seus sintomas apareceram quando ela tinha 16 anos. Ela sente dores constantes desde então. Em uma escala com o máximo sendo 10, ela afirma que todos os dias sente ao menos uma dor de nível 6. Leia também Saúde Jovem da pior dor do mundo faz cirurgia para conter sintomas. Entenda Saúde Pior dor do mundo: hospital tratará neuralgia do trigêmeo de graça Saúde “Ela deu voz a milhares”, diz médico da mulher com a pior dor do mundo Saúde Jovem com pior dor do mundo passa por tratamento para aliviar sintomas “A neuralgia do trigêmeo é uma das dores mais excruciantes que existem. Embora ela se manifeste em ondas, a sensação é parecida com a de ter um ferro de passar quente queimando a pele do rosto em tempo integral”, explicou o médico responsável pelo tratamento dela, o anestesiologista Carlos Marcelo de Barros, presidente da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), em entrevista anterior ao Metrópoles. Na cirurgia feita na última semana, o neurocirurgião Tiago da Silva Freitas implantou neuroestimuladores na base do nervo trigêmeo da jovem para tentar controlar as crises. Os estimuladores ajudam a aliviar a compressão sobre o nervo que leva às intensas dores que Caroline sente. Os dispositivos podem ser controlados por um aplicativo, conforme a intensidade da dor. Este aplicativo funciona por bluetooth e pode ser reprogramado pela paciente de acordo com o nível de dor. Jovem com a pior dor do mundo chegou a fazer vaquinha para financiar uma eutanásia na Suíça para deixar de sentir dor Confira as opções de tratamento Se o tratamento não funcionar, porém, ainda restam à equipe médica outras três alternativas, conforme o plano de tratamento da jovem. A próxima opção é o implante de uma bomba de morfina, um dispositivo que permite a infusão direta de remédios. O dispositivo é implantado no abdômen da paciente e conectado na coluna vertebral, permitindo que o remédio analgésico tenha ação direta e rápida. A bomba é programada para liberar doses precisas de morfina ao longo do dia, permitindo que ela tenha alívio constante de suas dores. O dispositivo, porém, possui riscos, especialmente associados à uma sobredose do medicamento ou dependência forte de seu uso. Caso essa bomba não traga alívio suficiente para a dor, a opção dada pelos médicos é uma nova cirurgia de descompressão vascular do nervo trigêmeo. Os exames de ressonância magnética mostram que a artéria cerebelar superior da jovem toca os nervos de Caroline, o que leva à hipersensibilização que causa as dores. Entretanto, a jovem já passou por cirurgias dessa natureza três vezes e não parou de sentir as dores, o que torna essa opção cirúrgica complicada pela quantidade de tecido cicatricial na região. Caso nenhuma das opções anteriores seja capaz de aumentar a qualidade de vida da paciente, será realizado um procedimento neurocirúrgico de nucleotractomia trigeminal, realizado diretamente no cérebro, que tem como objetivo interromper cirurgicamente o funcionamento do nervo trigêmeo. A cirurgia é delicada e implicará em uma perda parcial da mobilidade facial, mas que pode trazer o esperado alívio às dores da jovem. Essa seria a última alternativa possível para Caroline. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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