Ouvir a música preferida é capaz de reduzir dor física, afirma estudo Ouvir 26 de outubro de 2023 Músicas são capazes de mexer com os sentimentos: as canções podem animar ou entristecer, por exemplo. Segundo uma pesquisa canadense publicada na revista Frontiers in Pain Research na última quarta-feira (25/10), as melodias também podem reduzir a sensação de dores físicas. “Descobrimos que o prazer musical funciona como redutor da dor, e que diferentes categorias de música favorita podem envolver os caminhos emocionais em diferentes graus”, destacam os pesquisadores no estudo. Leia também Saúde Benefício da música para saúde mental é similar ao do exercício físico Saúde Veja as músicas que são sucesso nas cirurgias e dão foco para médicos Saúde Cientistas usam música do Queen para estimular produção de insulina Vida & Estilo Conheça um chá de erva que reduz o inchaço e acaba com a dor de cabeça A pesquisa convidou 63 jovens a trazer duas de suas músicas favoritas. O único requisito era que a canção tivesse pelo menos 3 minutos e 20 segundos de duração. Os voluntários escolheram uma música que consideraram trilha sonora de suas vidas e uma opção de batida suave que levariam para uma ilha deserta. Os pesquisadores também pediram aos jovens que selecionassem uma de sete canções que a equipe de cientistas considerava relaxante, mas que não eram familiares aos participantes do estudo. Cada voluntário participou de blocos de sete minutos com diferentes experiências. Eles ouviram sua música favorita, uma das sete opções relaxantes e uma versão remixada que juntava as duas com a batida suave que levariam para uma ilha. O remix era uma combinação confusa das três canções, cortadas em pedaços e embaralhadas aleatoriamente, perdendo sua estrutura original. Durante o período de escuta, as pessoas ficaram em silêncio. Enquanto isso, os pesquisadores encostaram um objeto aquecido no antebraço esquerdo dos participantes para emular a sensação de tocar em algo quente. A ação foi feita para avaliar a resposta à dor. Remix musical funciona? As avaliações de menor dor ocorreram diante da reprodução das músicas favoritas de cada um. O remix, por exemplo, não surtiu efeito — os autores sugerem que esta é uma evidência de que a canção preferida era mais do que uma distração para a experiência desagradável. Os pesquisadores observaram que a dor era menor ainda quando os voluntários escutavam músicas com batidas suaves e comoventes que conheciam, quando comparadas aos temas calmantes ou mixados fornecidos pelos cientistas. “É um resultado muito interessante. Acredito ser algo que eu e provavelmente muitas pessoas percebemos intuitivamente, uma vez que ouvimos músicas suaves, melancólicas ou mesmo espirituais em momentos de sofrimento”, analisa o principal autor do estudo, Darius Valevicius, em comunicado à CNN Internacional. Os pesquisadores observaram que a canção atua em múltiplas regiões cerebrais envolvidas na dor, na memória e no processamento de estados emocionais subjetivos. A conexão estaria por trás do efeito redutor de incômodos. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias Alerta para o sintoma! Pés inchados podem indicar doença grave 13 de dezembro de 2023 Os pés inchados podem ser tanto um sinal de retenção líquida como também um sintoma de doença grave: a insuficiência venosa. A condição é caracterizada pela dificuldade do sangue retornar das pernas em direção ao coração. O represamento causa o inchaço dos membros inferiores. A cardiologista Érica Renata, da Clínica… Read More
Saiba o que acontece no seu corpo quando você faz jejum intermitente 26 de março de 2025 Um estudo publicado recentemente na revista ABC Cardiol mostrou o papel do jejum intermitente associado à dieta low carb na prevenção de risco cardiovascular e no tratamento de pessoas com pré-diabetes. O trabalho acompanhou um grupo de aproximadamente 500 pessoas durante dois anos. Elas foram separadas em dois grupos: o… Read More
Notícias Filha doa rim para pai de 72 anos com doença genética: “Queria ajudar” 31 de agosto de 2023 No último sábado (26/8), Francisco Palhares, de 72 anos, entrou no centro cirúrgico do Hospital Anchieta, em Taguatinga, para receber um rim depois de quase dois anos na fila do transplante. A doadora foi sua filha, Cristiana Ferraz Palhares, de 43 anos. “No começo, não avisei que queria doar o… Read More