Parece saudável, mas não é: 12 pegadinhas nos rótulos Ouvir 28 de janeiro de 2026 Você costuma ler os rótulos antes de comprar um produto? Muitas vezes, olhamos apenas as calorias e ignoramos o restante. As prateleiras estão cheias de itens que parecem ser saudáveis. Porém, muitos desses produtos podem comprometer seriamente a sua dieta. A “comida de verdade” é sempre a melhor escolha para o corpo. Alimentos naturais entregam nutrientes em sua forma mais pura e original. A Dra. Paula Pires, endocrinologista pela USP, alerta sobre os industrializados. Eles oferecem praticidade, mas prometem coisas que nem sempre podem cumprir. Confira abaixo 12 pegadinhas comuns que exigem sua atenção redobrada. 1. O perigo dos produtos light Produtos light oferecem menos gordura que as versões originais da marca. Entretanto, eles podem ser tão ou mais perigosos para o organismo. Para manter o sabor, a indústria adiciona muito açúcar ou aspartame. 2. A cilada do alimento multigrão Um produto multigrão não é necessariamente 100% integral ou saudável. Ele apenas contém mais de um tipo de grão na composição. Muitas vezes, o ingrediente principal é a farinha branca enriquecida. 3. A indicação de produto natural Dizer que um item é natural não garante qualidade nutricional. Significa apenas que o fabricante usou uma fonte natural em algum momento. Isso não torna o ultraprocessado semelhante a uma fruta ou grão. 4. Orgânicos nem sempre são ideais O selo orgânico diz pouco sobre o produto ser realmente saudável. Açúcar orgânico ainda é açúcar e sobrecarrega o seu pâncreas. Iogurtes orgânicos podem ser lotados de açúcares adicionados e corantes. 5. Sem adição de açúcar (mas com excessos) Alguns produtos já são naturalmente muito ricos em açúcar próprio. Não ter açúcar adicionado não significa que o item seja equilibrado. Substitutos químicos do açúcar também podem ser adicionados à fórmula. 6. Baixa caloria para quem? Produtos de baixa caloria devem ter um terço a menos que o original. Porém, podem ser “zero calorias” e cheios de aditivos químicos. O excesso de adoçantes artificiais pode prejudicar a sua flora intestinal. 7. Baixo teor de gordura e o preço pago Muitas vezes, retira-se a gordura e adiciona-se muito açúcar no lugar. Isso é feito para que o alimento não perca a palatabilidade. A troca pode resultar em um produto com índice glicêmico altíssimo. 8. Baixo teor de carboidratos (Low Carb) Alimentos processados com selo “low carb” ainda podem ser junk food. Muitos são altamente processados e cheios de conservantes nocivos ao corpo. A dieta low carb real foca em alimentos naturais e inteiros. 9. Feitos com grãos inteiros Essa informação nas embalagens costuma enganar o consumidor desatento. Verifique se os grãos inteiros estão entre os três primeiros ingredientes. Se não estiverem, a quantidade presente no produto é insignificante. 10. Alimentos fortificados ou enriquecidos Isso significa que nutrientes sintéticos foram adicionados ao produto final. A vitamina D é comum no leite, mas isso não torna o item saudável. Muitos cereais matinais são fortificados, mas possuem açúcar em excesso. 11. O mito do livre de glúten Sem glúten não é sinônimo de alimento saudável para todos. Significa apenas que não contém trigo, centeio, cevada ou malte. Muitos produtos sem glúten são carregados de gorduras ruins e sódio. 12. O falso sabor de frutas Muitos iogurtes de morango ou uva nem sequer contêm a fruta real. Eles possuem apenas aromatizantes e corantes que imitam o sabor natural. Você consome apenas produtos químicos com um gosto artificial de fruta. Como ler rótulos com inteligência A regra de ouro é olhar sempre a lista de ingredientes. Eles aparecem em ordem decrescente, do que tem mais para o que tem menos. Se o primeiro ingrediente for açúcar ou farinha, tome cuidado. Perca um minuto analisando as letras miúdas da embalagem no mercado. Evite produtos com nomes químicos que você nem consegue pronunciar direito. Quanto menor a lista de ingredientes, mais saudável tende a ser o item. Quando for abrir uma exceção na dieta, faça-o com consciência total. Escolha o que realmente vale a pena para o seu paladar. O objetivo é minimizar o uso de produtos que vêm dentro de caixas. O segredo da comida de verdade A meta principal deve ser sempre preferir alimentos simples e naturais. Alimentos que vêm direto da feira geralmente nem possuem rótulos. Esses são os que realmente trazem vitalidade e saúde para você. A natureza oferece tudo o que o seu corpo precisa para funcionar. Trazer a simplicidade para a mesa evita doenças e melhora o metabolismo. Invista tempo descascando mais alimentos e abrindo menos embalagens plásticas. Eduque seu paladar para sentir o sabor real das frutas e vegetais. Com o tempo, os produtos industrializados parecerão excessivamente doces ou salgados. Sua saúde agradecerá a escolha por escolhas conscientes e transparentes. Confira esse guia do Ministério da Saúde: Leia também Alimentos que parecem saudáveis, mas não são. Adeus, proteínas! As fibras são o novo nutriente no hype. Dieta
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