Pré-eclâmpsia é grave? Veja causas e riscos da hipertensão gestacional Ouvir 27 de agosto de 2025 A pré-eclâmpsia, ou hipertensão gestacional, pode acontecer em qualquer gestante durante a segunda metade da gravidez ou até seis meses após o parto. A condição é grave, e é responsável por 10% a 15% das mortes maternas diretas em todo o mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (RBEHG) estimam que a doença cause 80 mil mortes maternas e 500 mil mortes fetais anualmente. Para a médica obstetra Bruna Pitaluga, a pré-eclâmpsia é a doença mais cruel da gestação. “Resultado de informações metabólicas equivocadas, com alterações de todos os sistemas do corpo humano envolvidos, a pré-eclâmpsia pode ser considerada o oposto da gestação. Se esta é o equilíbrio, aquela é o desequilíbrio completo”, afirma. Leia também Saúde Pré-eclâmpsia: governo recomenda suplemento de cálcio para gestantes Saúde Ter Covid aumenta risco de pré-eclâmpsia, mostra estudo Saúde Pré-eclâmpsia e síndrome de Hellp: entenda quadro de Lexa Saúde Lexa é internada em SP com pré-eclâmpsia: entenda o que é a condição Conforme a especialista, o sistema imunológico exerce papel fundamental na gestação. Isso porque, em conjunto com o sistema endócrino, ele fornece informações para que, após o encontro entre o óvulo e o espermatozóide, o embrião se implante no útero e o corpo da mãe receba o bebê de forma controlada e programada. “Quando o sistema imunológico está desequilibrado, essa resposta acontece de forma errada e a placenta não se implanta adequadamente”, explica. Pré-eclâmpsia aumenta muito os riscos da gestação O que pode causar a pré-eclâmpsia? Por isso, condições que atrapalham o perfeito funcionamento do sistema imunológico são fatores de risco para a pré-eclâmpsia e, portanto, precisam de acompanhamento e tratamento durante o pré-natal. Segundo a médica, a idade gestacional e materna avançada, por exemplo, é um fator de risco. “Já é sabido que acima de 40 anos de idade existem alterações relacionadas à produção de hormônios esteroides, à microbiota e ao sistema imunológico”, comenta. Leia a matéria completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias Endocrinologista explica como reconhecer sinais precoces da diabetes 7 de dezembro de 2025 A diabetes é uma condição crônica que costuma se instalar de forma silenciosa. Muitas pessoas passam meses — ou até anos — convivendo com sintomas que parecem comuns, mas que indicam que o corpo já está enfrentando dificuldades para controlar os níveis de glicose no sangue. Especialistas reforçam que identificar… Read More
Refluxo não tratado pode se tornar grave: conheça os sinais de alerta 25 de março de 2025 Basta exagerar um pouquinho a mais em uma refeição, e ela aparece. Estamos falando daquela sensação de azia e queimação, que é absolutamente comum. No entanto, quando o episódio acontece com frequência e não recebe atenção, ele pode se tornar um problema maior: o refluxo gastroesofágico. Apesar de desconfortável, o… Read More
Câncer de pâncreas: os sinais que seu corpo dá e merecem atenção 20 de junho de 2025 O câncer de pâncreas é uma das doenças mais perigosas globalmente, com alta letalidade. É vital observar os sinais do seu corpo, pois poucos pacientes sobrevivem após o diagnóstico. Autocuidado começa pela informação. Leia também Saúde Câncer de pâncreas: entenda causa da morte de Léo Batista Saúde Mulher morre após… Read More