Quem dança seus males espanta: atividade ajuda a melhorar a saúde física, psicológica e cognitiva Ouvir 28 de fevereiro de 2025 Intervenções criativas – entre elas a dança – podem ser incluídas em estratégias de saúde pública e em tratamentos clínicos para atingir benefícios amplos e sustentáveis Por Fernanda Bassette, da Agência Einstein 28/2/2025 A prática regular de atividade física é essencial para melhorar a saúde como um todo. Uma revisão de estudos publicada na revista científica Sports Medicine reforça que dançar é muito mais do que apenas movimentar o corpo ao som de uma música. Segundo a pesquisa, a dança é uma forma igualmente eficaz em comparação a outros exercícios estruturados para melhorar a saúde física, psicológica e cognitiva, além de também aumentar a autoestima de quem pratica. + Fitness Brasil Expo: faça parte do maior evento de fitness, saúde e bem-estar da América Latina + Baixe gratuitamente o Panorama Setorial Fitness Brasil 2024 + Siga a Fitness Brasil no Instagram Pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, fizeram uma revisão de 27 trabalhos envolvendo 1.392 participantes. Esses estudos analisaram a eficácia de intervenções de dança, em comparação com programas de exercícios físicos, nos resultados psicológicos e cognitivos ao longo da vida dos voluntários. E concluíram que a dança estruturada, na qual são aprendidos movimentos específicos, pode ter um grande impacto positivo na saúde como um todo, especialmente a mental. Um dos artigos mostra, por exemplo, que dançar é uma ferramenta importante e eficaz na reabilitação e na melhoria da qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson, reduzindo a ansiedade e melhorando os sintomas depressivos. Além disso, os resultados apontam que a dança é superior a outras atividades para melhorar motivação, aspectos da memória, cognição social e reduzir o sofrimento. Segundo o fisioterapeuta Felipe Cassiano, coordenador multiprofissional do Centro de Reabilitação e Medicina Esportiva do Hospital Israelita Albert Einstein, a dança combina atividade física, aprendizado cognitivo e interação social – o que pode explicar seus benefícios psicológicos e cognitivos. “Esses achados têm grande relevância para a prática clínica, especialmente porque muitas pessoas têm dificuldades para aderir a programas de exercícios tradicionais. No caso de quem tem doença de Parkinson, por exemplo, a dança pode ser adaptada às limitações motoras e promover melhorias na mobilidade e no equilíbrio, além dos ganhos psicológicos”, afirma Cassiano, que também é formado em balé clássico e técnico em dança. Leia também Fique por dentro: teste de equilíbrio pode prever risco de queda em adultos mais velhos Fitness Brasil Expo tem várias atrações, como dança, para seus visitantes. Garanta seu ingresso No caso do benefício terapêutico em pessoas com Parkinson, diz o fisioterapeuta, ele é alcançado possivelmente por meio de estímulos cognitivos e físicos integrados em um ambiente prazeroso e motivador. Assim, a dança se torna uma alternativa interessante ao aliar os benefícios físicos ao prazer e à motivação gerados pelo ritmo, pelo movimento e pela música. Incorporar a dança em programas terapêuticos pode aumentar a adesão e melhorar a qualidade de vida, ao mesmo tempo em que cria uma oportunidade de socialização. Fitness Brasil Expo tem várias atrações, como dança, para seus visitantes Interação social Segundo o estudo australiano, a natureza social de apoio e a parceria da dança aumentam o prazer do participante e fornecem engajamento social, responsabilidade e relaxamento. Esse é um fator muito importante, já que a socialização desempenha um papel crucial na saúde mental e no bem-estar, especialmente em pessoas idosas, que podem enfrentar isolamento. “Atividades como a dança estruturada oferecem um espaço para interação, ajudam a promover conexões interpessoais e fortalecem as redes de apoio, promovendo a sensação de pertencimento. Isso é essencial para prevenir a depressão e o declínio cognitivo associados ao isolamento”, ressalta Cassiano. “Além disso, as atividades em grupo podem fomentar responsabilidades mútuas, aumentando o senso de propósito e motivação, enquanto o ritmo da música e os movimentos proporcionam relaxamento e redução do estresse.” Leia também Ingressos gratuitos para gestores na Fitness Brasil Expo 2025: três dias de acesso liberado Intervenções criativas podem ser incluídas em estratégias de saúde pública e tratamentos clínicos para atingir benefícios amplos e sustentáveis, sobretudo em populações como pessoas idosas e pacientes com doenças crônicas. “Essa abordagem baseada em evidências pode trazer uma nova forma de ver a atividade física, integrando-a a contextos mais acessíveis e agradáveis para diferentes públicos”, analisa o especialista do Einstein. Fonte: Agência Einstein Fitness
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