Comportamento comum pode estar detonando a sua dieta Ouvir 17 de maio de 2024 Ver crianças comendo em frente a um tablet é comum, assim como também é frequente adultos fazerem refeições enquanto trabalham, assistem a filmes ou mexem no celular. Um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, na quinta-feira (16/5), mostra que o comportamento pode levá-lo à ingestão de mais comida depois. “As nossas descobertas sugerem que o consumo em excesso pode ser motivado pelo simples desejo humano de atingir um certo nível de prazer numa atividade. Quando a distração atrapalha, há probabilidade de tentarmos compensar consumindo mais”, disse o principal autor do estudo, Stephen Lee Murphy, da Universidade de Ghent, na Bélgica. Leia também Saúde Uso de celular durante refeição aumenta ingestão calórica, diz estudo Saúde Estudo brasileiro afirma que ultraprocessados afetam a saúde mental Saúde Consumo exagerado de ultraprocessados aumenta risco de depressão Distração durante uma refeição Os pesquisadores entrevistaram 122 pessoas, a maioria mulheres jovens de 18 a 24 anos, perguntando o quanto esperavam desfrutar do almoço. Em seguida, o voluntários foram orientados a comer sob três condições: sem distrações; com distrações moderadas (assistindo a um vídeo); distrações maiores (jogando tetris, jogo de quebra-cabeça de celular). Após o almoço, os voluntários relataram o quanto comeram, o quanto gostaram da refeição, o quão se sentiram satisfeitos e se queriam comer mais. Além disso, foram orientados a registrar o que comeram depois do almoço. As pessoas que fizeram a refeição enquanto faziam outras coisas relataram sentir menos prazer e satisfação com a refeição e expressaram um desejo maior de comer mais posteriormente. Os cientistas afirmam que as distrações durante a refeição reduziram a atenção à comida, levando a uma menor sensação de saciedade e a uma maior vontade de continuar comendo depois. Compensação hedônica Os pesquisadores chamam esse fenômeno de “compensação hedônica”, que significa compensar a perda de prazer buscando gratificação adicional em outro momento. Os investigadores pretendem replicar e confirmar a existência do efeito de compensação hedônica para criar formas de combater o consumo excessivo. “O consumo em excesso é resultado muitas vezes da falta de autocontrole. Ao compreender os principais impulsionadores do consumo excessivo hedônico, podemos desenvolver estratégias para ajudar a prevenir a sua ocorrência”, afirmou Murphy. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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Neurocirurgião explica quais sintomas aumentam suspeita de aneurisma 17 de maio de 2024 A dor de cabeça é um problema comum no Brasil. Dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia apontam que cerca de 140 milhões de pessoas sofrem com a condição no país, representando mais da metade da população. Apesar de comum, dependendo da intensidade, o sintoma pode indicar um aneurisma. O aneurisma… Read More
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