Pálpebra é região sensível ao câncer de pele. Veja sinais do tumor Ouvir 15 de dezembro de 2023 O câncer de pele é o tipo mais comum no Brasil, entre homens e mulheres. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que o câncer de pele não melanoma corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Uma das regiões do corpo mais sensíveis à doença é a pálpebra, por ser fina e também estar bastante exposta. A oftalmologista Fernanda Fayad, do CBV- Hospital de Olhos, explica que os cânceres de pele são lesões malignas que podem se desenvolver em qualquer região do corpo. A causa mais comum relacionada ao surgimento destes tumores é a exposição aos raios ultravioletas do sol. Leia também Saúde Vacina contra câncer de pele está prevista para 2025, diz Moderna Saúde Oncologista ensina como aplicar filtro solar e prevenir câncer de pele Distrito Federal Câncer de pele: ação vai oferecer consultas preventivas e gratuitas Saúde Garoto de 14 anos ganha prêmio ao criar sabonete contra câncer de pele “Por ser uma área frequentemente exposta, a incidência desta radiação UV é constante na região palpebral, o que a torna muito suscetível ao crescimento de lesões malignas”, afirma Fernanda. 3 Cards_Galeria_de_Fotos (1) O câncer de pele é o tipo de alteração cancerígena mais incidente no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). A enfermidade pode aparecer em qualquer parte do corpo e, quando identificada precocemente, apresenta boas chances de cura Peter Dazeley/Getty Images *****Foto-mulher-descascando.jpg A exposição solar exagerada e desprotegida ao longo da vida, além dos episódios de queimadura solar, é o principal fator de risco do câncer de pele. Segundo o Inca, existem diversos tipos da doença, que geralmente são classificados como melanoma e não-melanoma Barcin/Getty Images ****Foto-medico-investigando-pinta-suspeita-1.jpg Os casos de não-melanoma são mais frequentes e apresentam altos percentuais de cura. Além disso, esse é o tipo mais comum em pessoas com mais de 40 anos e de pele clara BSIP/UIG/Getty Images ****Foto-cancer-de-pele-3.jpg O melanoma, por sua vez, tem menos casos registrados e é mais grave, devido à possibilidade de se espalhar para outras partes do corpo. Por isso é importante fazer visitas periódicas ao dermatologista e questionar sobre sinais suspeitos JUAN GAERTNER/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images ****Foto-cancer-de-pele-2.jpg Apesar de ser um problema de saúde que pode afetar qualquer pessoa, há perfis que são mais propensos ao desenvolvimento do câncer de pele, tais como: ter pele, cabelos e olhos claros, histórico familiar da doença, ser portador de múltiplas pintas pelo corpo, ser paciente imunossuprimido e/ou transplantado JodiJacobson/Getty Images ****Foto-medico-investigando-pinta-suspeita-2.jpg Segundo especialistas, é importante investigar sempre que um sinal ou pinta apresentar assimetria, borda áspera ou irregular, duas ou mais cores, ter diâmetro superior a seis milímetros, ou mudar de tamanho com o tempo. Todos esses indícios podem indicar a presença de um melanoma kali9/Getty Images ****Foto-medico-investigando-pinta-suspeita-3.jpg Os primeiros sinais de não-melanona tendem a ter aparência de um caroço, mancha ou ferida descolorida que não cicatriza e continua a crescer. Além disso, pode ter ainda aparência lisa e brilhante e/ou ser parecido com uma verruga Peter Dazeley/Getty Images ****Foto-medico-investigando-pinta-suspeita-5.jpg O sinal pode causar coceira, crostas, erosões ou sangramento ao longo de semanas ou até mesmo anos. Na maioria dos casos, esse câncer é vermelho e firme e pode se tornar uma úlcera. As marcas são parecidas com cicatrizes e tendem a ser achatadas e escamosas Getty Images ****Foto-cancer-de-pele-5.jpg O câncer de pele geralmente aparece em partes do corpo onde há maior exposição ao sol, estando muito associada à proteção inadequada com filtros solares Callista Images/Getty Images ****Foto-medico-investigando-pinta-suspeita-4.jpg De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, o não-melanona tende a ser completamente curado quando detectado precocemente. Ele raramente se desenvolve para outras partes do corpo, mas se não for identificado a tempo, pode ir para camadas mais profundas da pele, dificultando o tratamento SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images ****Foto-cancer-de-pele-6.jpg O diagnóstico do câncer de pele é feito pelo dermatologista por meio de exame clínico. Em determinadas situações, pode ser necessária a realização do exame conhecido como “Dermatoscopia”, que consiste em usar um aparelho que permite visualizar camadas da pele não vistas a olho nu. Em situações mais específicas é necessário fazer a biópsia Noctiluxx/Getty Images ****Foto-cirurgia-para-retirada-de-cancer-de-pele.jpg Segundo o Ministério da Saúde, “a cirurgia oncológica é o tratamento mais indicado para tratar o câncer de pele para a retirada da lesão, que, em estágios iniciais, pode ser realizada sem internação” lissart/Getty Images ****Ilustracao-cancer-de-pele-1.jpg Ainda segundo a pasta, “nos casos mais avançados, porém, o tratamento vai variar de acordo com a condição em que se encontra o tumor, podendo ser indicadas, além de cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia” ALFRED PASIEKA/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty Images ****Foto-mulher-passando-protetor-solar-em-homem.jpg Entre as recomendações para a prevenção do câncer de pele estão: evitar exposição ao sol, utilizar óculos de sol com proteção UV, bem como sombrinhas, guarda-sol, chapéus de abas largas e roupas que protegem o corpo. Além, é claro, do uso diário de filtro solar com fator de proteção solar (FPS) 15 ou mais franckreporter/Getty Images Voltar Progredir 0 Tumores nas pálpebras podem se manifestar das mais variadas formas, podendo surgir como pequenas verrugas, vermelhidão, inchaço ou dor palpebral, alterações na textura ou cor da pele ou feridas que não cicatrizam. Leia a matéria completa no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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