Dieta vegetariana com peixe reduz em 18% o risco de demência em idosos Ouvir 4 de outubro de 2024 Dietas vegetarianas são frequentemente associadas a melhorias na saúde. No entanto, um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition em outubro sugere que, para pessoas mais velhas, abandonar o peixe pode aumentar o risco de demência. Pesquisadores de Loma Linda University Health, na Califórnia, descobriram que, enquanto a maioria das dietas vegetarianas está ligada a um menor risco de doenças em pessoas de meia-idade, o cenário muda para aqueles com mais de 65 anos. Entre idosos vegetarianos, foi observado um risco ligeiramente maior de condições como derrame, demência e doença de Parkinson. Por outro lado, quando o consumo de peixe foi incluído na dieta, esse risco foi significativamente reduzido, sendo associado a uma menor taxa de mortalidade. “Dietas vegetarianas estão associadas a menor risco de mortalidade por todas as causas, especialmente entre homens e em indivíduos mais jovens. No entanto, os riscos maiores são observados entre vegetarianos mais velhos para derrame e demência”, afirmam os pesquisadores no artigo. Leia também Claudia Meireles Conheça dieta que ajuda a emagrecer e faz bem para o coração Claudia Meireles Descubra 6 peixes com alto teor de proteínas para incorporar na dieta Saúde Saiba quais são as vantagens de adicionar a sardinha na sua dieta Vida & Estilo Confira benefícios do peixe que previne Alzheimer e reduz o colesterol Dieta vegetariana com peixe pode ser melhor para idosos O estudo analisou dados alimentares de 88 mil pessoas entre 30 e 85 anos do Canadá e dos Estados Unidos — incluindo 12,5 mil participantes que morreram durante o período do estudo. Os voluntários foram recrutados entre 2002 e 2007 e acompanhados até 2015. Eles foram divididos em cinco categorias dietéticas: Não vegetarianos; Semivegetarianos (comem carne, geralmente carne branca, em menos de três refeições por semana); Pesco-vegetarianos (que consomem peixe); Ovo-lacto-vegetarianos (que consomem laticínios e ovos); Veganos (não consomem nada de origem animal). Os resultados mostraram que, em geral, vegetarianos tinham 12% menos risco de morte em comparação com os participantes que consumiam carne. Contudo, aqueles que seguiam uma dieta pesco-vegetariana apresentaram um risco 18% menor de mortalidade. As dietas ovo-lacto-vegetarianas reduziram o risco em 15%. Veganos, no entanto, tiveram apenas 3% menos risco de morte. O principal autor do estudo, o professor Gary Fraser, destacou que há um risco maior de doenças neurológicas, como demência, entre vegetarianos com mais de 80 anos. Segundo ele, isso pode ocorrer devido à ausência de nutrientes essenciais em dietas sem peixe, como os ácidos graxos, importantes para a saúde cerebral. O cientista pontua que mais estudos são necessários para compreender plenamente a relação entre dietas vegetarianas e o risco de doenças neurológicas em idosos. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Anvisa retira do mercado novos lotes de botox falsificado. Veja quais 1 de agosto de 2025 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de dois novos lotes falsificados da toxina botulínica Dysport® 500U. A decisão, publicada nessa quinta-feira (31/7), inclui os lotes H06055 e T02355, que agora estão com comercialização, distribuição e uso proibidos em todo o país. A medida foi tomada após… Read More
Pesquisadores apontam riscos de correr empurrando carrinho de bebê 15 de maio de 2025 *O artigo foi escrito pela professora de kinesologia e engenharia mecânica Allison Altman Singles, da universidade Penn State, e o professor de engenharia mecânica Joseph M. Mahone, da Alvernia University, ambos nos Estados Unidos, e publicado na plataforma The Conversation Brasil. “Mais rápido, mamãe, mais rápido!”. O bebê de Allison… Read More
Notícias Estudo brasileiro acha microplástico em placentas e cordões umbilicais 25 de julho de 2025 Pesquisadores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) encontraram microplásticos em todas as amostras de placenta e cordão umbilical analisadas durante um estudo feito em Maceió. A pesquisa, pioneira na América Latina, foi publicada nesta sexta-feira (25/7) na revista da Academia Brasileira de Ciências. No total, foram coletadas 229 amostras de… Read More