Dezembrite: saiba como evitar a angústia e a solidão no final de ano Ouvir 12 de dezembro de 2024 Dezembrite é um neologismo que define um conjunto de características presentes na época de fim de ano. Ele se refere a uma série de sintomas intensos que muitas pessoas experienciam, como a angústia, a melancolia e a ansiedade. Por isso, adotar estratégias para driblar esses sentimentos é uma medida preventiva fundamental para a saúde e qualidade de vida. De acordo com um levantamento da International Stress Management Association — Brasil (Isma-BR), o nível de estresse e ansiedade do brasileiro tende a aumentar cerca de 75% no mês de dezembro. O profissional da área de psicologia da rede de clínicas médico-odontológicas AmorSaúde, Anderson Silva Camargo, explica que a expectativa emocional em torno das festas, a melancolia acerca do que já passou e as metas para o próximo ano são alguns dos motivos que engatilham a dezembrite. Leia também Saúde Dezembrite? Veja 4 dicas para controlar ansiedade de fim de ano Claudia Meireles Saiba como identificar os principais sintomas da crise de ansiedade Saúde Ecoansiedade: como eventos extremos impactam a saúde mental Saúde Psicóloga revela 5 truques que ajudam a reduzir a ansiedade rápido Situações de gatilho da dezembrite “A pressão da sociedade em um padrão de que devemos estar com a família e celebrar de maneira idealizada e feliz pode intensificar a sensação de solidão em quem não tem essas conexões ou enfrenta dificuldades emocionais”, aponta o especialista. Ademais, a existência de conflitos entre os indivíduos durante as celebrações também pode resultar em frustração, angústia ou quebra de expectativas. Por isso, se recomenda trabalhar a assertividade e o autoconhecimento, possibilitando a expressão dos sentimentos de maneira respeitosa, mas sem a imposição da necessidade de agradar a todos. Outro aspecto diz respeito às mídias sociais e as comparações com a realidade das redes. “É notório o fato de que, nas festividades de fim de ano, diversas publicações enfatizam momentos de alegria, de conquistas e de consumos, o que traz um padrão irreal de expectativas. Essa pressão para atender tais padrões, aliada ao ritmo acelerado da vida nessa época, pode potencializar o sentimento de inadequação ou de frustração, alimentados pela busca para atender à validação externa e pelo foco no ‘ter’ ao invés do ‘ser’”, ressalta o profissional. Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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Notícias “Minhas crises de enxaqueca eram problema de coluna”, diz socióloga 12 de novembro de 2023 A socióloga Raquel Suely da Conceição, 33 anos, de São Paulo, tinha dores próximas à cervical e enxaqueca desde a adolescência. Ela lidou com os problemas por anos, e reparou que o incômodo era maior em situações de estresse. Porém, foi só na pandemia que ela descobriu que as dores… Read More
Notícias Mãe conta como filho convive com a hemofilia: “Não assusta mais” 12 de abril de 2024 Três dias depois de seu filho nascer, Elenilce Nascimento, hoje com 44 anos, ouviu que seria necessário amputar a mão do bebê. Naquele momento, os médicos não sabiam que Athos, que completa 10 anos nesta sexta-feira (12/4), tinha hemofilia. A equipe do hospital tinha feito uma primeira coleta para a… Read More