EUA atualiza orientações à população sobre alimentos saudáveis Ouvir 21 de dezembro de 2024 As autoridades de saúde dos Estados Unidos apresentaram na última quinta-feira (19/12) novas diretrizes para a classificação de alimentos após três décadas sem alterações. Entre as principais inovações elaboradas pela Food and Drug Administration (FDA) está o selo de “saudável” que será fixado em alimentos considerados como boas escolhas alimentares pela agência. Leia também Saúde Alerta! Alimentos fortificados com proteína podem não ser saudáveis Claudia Meireles Especialistas desmascaram alimentos saudáveis que são ultraprocessados Negócios Mortes e doenças ligadas a ultraprocessados custam R$ 10,4 bi ao ano Vida & Estilo Menina perde a visão após 8 anos de dieta à base de ultraprocessados As mudanças foram feitas em meio a uma crescente epidemia de obesidade no país e à constatação de que a população está se alimentando de maneira inadequada, o que favorece doenças crônicas graves. De acordo com as autoridades de saúde do país, 80% dos norte-americanos não consomem laticínios, frutas e vegetais. “A maioria das pessoas consome muita gordura saturada, sódio e açúcares adicionados. Esses padrões alimentares podem aumentar o risco de doenças crônicas, como doenças cardíacas, diabetes tipo 2, certos tipos de câncer e sobrepeso e obesidade”, afirma documento no site institucional da FDA que comunica das alterações. Quais são os critérios para definir o alimento como “saudável”? De acordo com as novas regras, os alimentos considerados “saudáveis” – para efeitos de rotulagem – devem conter uma quantidade significativa de um ou mais grupos recomendados pelas diretrizes alimentares da FDA, como vegetais, proteínas, laticínios ou grãos. Também deve permanecer dentro de limites específicos de gordura saturada, sódio e açúcares adicionados estabelecidos pela agência. Confira alimentos que não são mais considerados “saudáveis” Outra inovação diz respeito as gorduras que são ingredientes necessários na formulação de muitos alimentos. O FDA agora considera que nem todas as gorduras são iguais e que algumas podem fazer bem à saúde. Quando a regra original foi introduzida, na década de 1990, o foco era reduzir todas as gorduras. Hoje, a ênfase é reduzir as gorduras saturadas e promover as gorduras saudáveis. Ou seja, a mudança implica que abacate, nozes, sementes, peixes ricos em gordura, ovos e azeite de oliva sejam considerados “saudáveis”. Por outro lado, lanches de frutas açucarados, barras de cereal muito adoçadas, cereais matinais fortificados e iogurte com alto teor de açúcar adicionado, que antes poderiam ser vendidos como saudáveis, não fazem mais parte do grupo. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias Especialistas indicam 7 melhores alimentos para reduzir o colesterol 1 de janeiro de 2026 Com a chegada de 2026, o cuidado com a saúde costuma estar entre as principais metas de Ano-Novo. Para quem está mirando este objetivo, uma boa pedida pode ser ter uma alimentação focada em reduzir o colesterol, já que dados do Ministério da Saúde mostram que essas enfermidades respondem por… Read More
Filhos após os 30 anos? Veja alternativas para preservar a fertilidade 9 de maio de 2025 As mulheres têm escolhido ter filhos cada vez mais tarde, optando por se estabilizar na carreira antes de decidir colocar alguém no mundo. Porém, a possibilidade de gravidez natural se reduz ao longo dos anos, de acordo com especialistas. Muitos relatam que as pacientes que querem ser mães já chegam… Read More
Notícias Mouses ergonômicos prometem prevenir lesões por esforço repetitivo 19 de setembro de 2025 Lesões por esforço repetitivo, ou LER, são um problema crescente entre quem passa muitas horas em frente ao computador. Caracterizam-se pelo desgaste físico causado por movimentos repetidos, postura inadequada e ausência de pausas — fatores que podem levar a dores, inflamações e dificuldade de mobilidade. Para diminuir as consequências da… Read More