Queda de cabelo: conheça três doenças que afetam os seus fios Ouvir 12 de setembro de 2023 O cabelo é uma parte importante da autoestima e da identidade de cada um. Porém, quando fios caem e falhas começam a aparecer, o problema pode ir além da estética: uma série de condições, que vão de couro do cabelo muito oleoso até câncer, podem causar a queda capilar. “Má nutrição associada à baixa ingestão de minerais e vitaminas essenciais para o bulbo capilar e fatores genéticos também podem causar a perda de fios”, aponta o tricologista Julio Pierezan, membro da Sociedade Brasileira do Cabelo (SBC). Leia também Claudia Meireles Expert diz que Harry usou truque prático para disfarçar a calvície Saúde Usar boné causa calvície? Veja cinco mitos e verdades sobre a condição Saúde Boné pode provocar calvície? Especialista explica efeitos do acessório Saúde Cientistas descobrem botox natural para tratar calvície Ao perceber a queda além do normal, a indicação é procurar um dermatologista para investigar as causas do problema. Confira algumas doenças quem podem estar associadas à queda de cabelo: 1. Alopecia O motivo mais comum para a queda capilar é a alopecia, também conhecida como calvície. Pierezan explica que a condição é dividida em alguns tipos, mas os principais são alopecia areata e a androgenética. “A areata é perda de fios em tufos, enquanto a androgenética é caracterizada pela miniaturização progressiva do fio de cabelo. As principais causas para as alopecias são fatores genéticos e hormonais. No entanto, motivos externos, como estresse e condições da tireoide, também podem desencadear a calvície”, destaca Pierezan. 3 Cards_Galeria_de_Fotos (2) Alopecia é uma condição caracterizada pela queda exagerada dos fios de cabelo. Pode acometer homens e mulheres em todas as idades e tem como principal indicativo a perda de mais de 100 fios por dia FatCamera ***Foto-pessoa-segurando-uma-escova-cheia-de-cabelos-e-uma-das-maos-cheia-de-cabelo-tambem-2.jpg O aumento da quantidade de fios deixados no travesseiro e percepção de queda abrupta dos cabelos durante o banho ou ao penteá-los são alguns dos primeiros sinais. Além disso, a falta de cabelo ou a presença de poucos fios em certas regiões do couro cabeludo também podem indicar alopecia Aleksandr Zubkov/ Getty Images ****Foto-pessoa-com-alopecia-2.jpg Entre as causas para o desenvolvimento do problema estão: doenças como hipotireoidismo e hipertireoidismo, lúpus eritematoso sistêmico, líquen plano, sífilis secundária e uso de certos medicamentos FatCamera/ Getty Images ****Foto-pessoa-com-as-maos-na-cabeca-em-desespero.jpg Além disso, reação hormonal no pós-parto, deficiência de ferro, zinco, biotina e proteína, uso de produtos químicos perigosos, micose no couro cabeludo ou até mesmo estresse podem desencadear a condição Francesco Carta fotografo/ Getty Images ****Foto-pessoa-com-alopecia-4.jpg A alopecia pode ser classificada como areata, androgenética, traumática, seborreica e eflúvio. A alopecia areata é causada por fatores emocionais ou autoimunes. A androgenética, também conhecida como calvície, é mais frequente em homens e é causada por fatores genéticos associados à taxa de testosterona na corrente sanguínea Giuseppe Elio Cammarata/ Getty Images ****Foto-pessoa-com-alopecia-3.jpg A alopecia traumática pode ser causada por traumatismo na cabeça ou pelo hábito frequente de arrancar os fios de cabelo. A seborreica é causada por uma dermatite, que pode ser tratada com o uso de medicamentos FatCamera/ Getty Images ****Foto-pessoa-segurando-uma-escova-cheia-de-cabelos-e-uma-das-maos-cheia-de-cabelo-tambem.jpg Já a alopecia eflúvio é caracterizada pela queda natural de cabelos. Contudo, nesta condição, a queda dos fios é acentuada e duradoura RUNSTUDIO/ Getty Images ****Foto-pessoa-careca-ao-lado-de-uma-pessoa-com-cabelos-longos-presos.jpg Ao apresentar queda fora do comum é importante consultar um dermatologista. Quanto antes a condição for identificada, mais eficiente será o tratamento FatCamera/ Getty Images ****Foto-pessoa-com-uma-grande-falha-no-couro-cabeludo.jpg Em casos mais graves e com diagnóstico tardio, algumas opções terapêuticas específicas podem ser indicadas, tais como: uso de medicamentos orais ou tópicos que favoreçam o crescimento dos cabelos e previnam a queda Peter Dazeley/ Getty Images ***Foto-pessoa-passando-produto-no-cabelo.jpg Já nos casos mais leves, o especialista pode indicar suplementação alimentar ou a utilização de produtos cosméticos em loção ou ampolas, que também favorecem o crescimento dos fios Diego Cervo / EyeEm/ Getty Images Voltar Progredir 0 O tratamento para alopécia inclui a administração de remédios orais ou tópicos, ou uso de lasers, luz violeta, microinfusão de medicamentos na pele, mesoterapia e ledterapia. “Nos casos em que as falhas são visíveis, o mais indicado é o transplante capilar”, afirma o tricologista. 2. Câncer Manchas vermelhas ou roxas no couro cabeludo ou na linha do cabelo podem indicar um tipo raro, porém grave, de câncer nos vasos sanguíneos — o angiossarcoma. O tumor se forma nas camadas internas dos vasos sanguíneos e linfáticos. Ele pode surgir em várias partes do corpo, mas é mais comum na pele do couro cabeludo, cabeça ou pescoço. Normalmente, o angiossarcoma se manifesta como caroços ou manchas, mas também pode causar queda capilar. “Se não houver dano no folículo piloso, responsável pela produção e crescimento de pelo, os fios podem voltar a crescer após o tratamento da doença”, explica Pierezan. 3. Parkinson O tricologista conta que o estresse emocional e físico do Parkinson pode induzir a queda capilar, e os remédios usados no tratamento da doença também podem desencadear o problema. Receba notícias do Metrópoles no seu Telegram e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal: https://t.me/metropolesurgente. Notícias
Treino HIIT de alta intensidade melhora condicionamento pós-AVC 25 de dezembro de 2024 A prática de atividades físicas é essencial na reabilitação de pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral (AVC) e na redução do risco de sofrer outro evento. O tipo de exercício recomendado depende da extensão da lesão e da sequela sofrida, mas, em geral, recomenda-se fazer aqueles com sessões mais… Read More
Estudo aponta desafios do diagnóstico de autismo em idosos no Brasil 10 de janeiro de 2026 Pesquisa identificou cerca de 300 mil pessoas com 60 anos ou mais com algum grau de Transtorno do Espectro Autista (TEA) no país Read More
Cientistas revelam a melhor hora de jantar para emagrecer e dormir bem 2 de outubro de 2024 O horário que escolhemos para jantar tem um impacto importante na digestão, na qualidade do sono e também no peso. Há anos, pesquisadores da área de saúde tentam encontrar qual seria o horário ideal para fazer a última refeição do dia. Um estudo da Harvard Medical School mostrou que jantar… Read More