Estudo: exercitar o cérebro evita envelhecimento e mantém órgão jovem Ouvir 13 de março de 2025 Apesar de não ser, o cérebro tem funcionamento parecido com o de um músculo. Caso não seja exercitado, o órgão perderá a força com o tempo. Mesmo que o envelhecimento cognitivo não seja inevitável, pesquisadores alemães afirmam que ele pode ser retardado ao longo da vida. Leia também Saúde Cérebro de jovem “escorrega” para fora do crânio: “Doía todo dia” Saúde Microplásticos encontrados em cérebro humano estão ligados à demência Vida & Estilo Nutri lista 7 alimentos essenciais para o cérebro e a memória; confira Saúde Entenda o caso de homem que descobriu aos 44 anos ter o cérebro “oco” “Uma descoberta central da nossa análise é que os perfis de habilidades por idade diferem significativamente pelo uso das habilidades. Essa descoberta está intimamente relacionada à pesquisa psicológica e neurocientífica que mostra que o envelhecimento cognitivo não é inevitável, mas depende de fatores de contexto social e cultural, bem como do comportamento e da genética dos indivíduos”, afirma o artigo publicado na revista científica Science Advances em 5 de março. De acordo com a observação, manter habilidades cognitivas ativas, como leitura, fala e prática de cálculos, evita a atrofiação do órgão, diminuindo as chances do aparecimento de demências. Leitura pode fortalecer cérebro e evitar atrofiação do órgão Para identificar padrões, o estudo analisou e comparou dados de participantes alemães e amostras populacionais de países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Como consequência, foi descoberto que até os 40 anos há um pico nas habilidades de leitura e escrita e na capacidade de lidar com números. No entanto, depois desse período, ocorre uma queda. A perda nas habilidades de leitura e escrita é pequena, mas a habilidade de lidar com números sofre um declínio maior. O curioso é que esse declínio cognitivo não afeta igualmente todas as pessoas. Indivíduos com altos cargos e maior escolaridade continuam desenvolvendo a mente, enquanto aqueles que têm o uso abaixo da média das habilidades cognitivas correm mais risco de ter perdas cerebrais. A pesquisa ainda constatou que as mulheres, em média, apresentaram maior perda na habilidade de lidar com números. Por fim, os estudiosos destacam que a manutenção da cognição é essencial não apenas para o bem-estar individual, mas também para o crescimento econômico dos países. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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