Pano de prato na pia? Saiba os riscos envolvidos em hábito comum Ouvir 13 de outubro de 2023 O pano de prato que as pessoas deixam na pia para apoiar a louça, secar os talheres ou limpar a bancada pode ser um verdadeiro criadouro de bactérias e germes, caso a higiene e o uso não sejam feitos da maneira correta. Segundo o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, um dos erros mais comuns é deixar o pano de prato para secar na pia após usá-lo nas louças. Nesse casos, ele funciona como um proliferador de bactérias, um veículo propício para a contaminação de alimentos. Leia também Saúde Nutricionista ensina como evitar intoxicação alimentar nas férias Saúde Saiba o que pode causar intoxicação alimentar, como a de Gusttavo Lima Televisão Mais de 40 pessoas têm infecção alimentar após prova do MasterChef Celebridades Rodrigo Hilbert é criticado por falta de higiene na cozinha; entenda “Nunca deixe o pano de prato molhado na pia ou no fogão. O objeto pode ter 1 milhão de bactérias a mais que a tampa de um vaso sanitário de um banheiro público. Quando ele estiver úmido, deixe em um balde por 10 minutos com um pouco de desinfetante, enxague e lave no tanque ou na máquina”, orienta o Dr. Bactéria. Contaminação cruzada Uma das possíveis consequências de deixar o pano úmido em cima da pia é a contaminação cruzada. Ela ocorre quando bactérias de um alimento passam para outro, o que pode resultar em uma posterior contaminação de pessoas. “Imagine alguém que usa um pano para secar uma carne crua que está pronta para cozinhar e, em seguida, usa o mesmo pano para limpar tomates e verduras que não serão cozidos, mas consumidos crus”, alerta o biomédico. As bactérias presentes na carne crua, que seriam destruídas durante o cozimento, agora estão no pano e acabam contaminando os tomates e as verduras que serão consumidos in natura, colocando as pessoas em risco de intoxicação alimentar. “A regra é: usou, lavou. Mas nunca coloque o pano diretamente na máquina de lavar. Lembre-se de usar o desinfetante e de passar à ferro depois”, enfatiza o Dr. Bactéria. Além do pano de prato A esponja, a pia, a geladeira, o fogão e os botões de ligar o forno, bem como a alça da porta, são alguns dos lugares que mais abrigam bactérias e fungos na cozinha. O biomédico alerta para que a higienização desses espaõs seja feita constantemente, usando detergente. Esponja da pia é um dos espaços mais propícios à proliferação de bactérias Outra sugestão do especialista é nunca deixar lixo ou utensílios sujos se acumularem na cozinha, pois eles podem atrair moscas e baratas, além de propiciarem a proliferação de microrganismos patogênicos. Entre as principais bactérias encontradas na cozinha estão a Campilobacteriose, Criptosporidiose, Ciclosporíase, presentes em carnes e alimentos contaminados, que não foram preparados adequadamente. A Salmonella também é uma bactéria passível de ser encontrada no ambiente e pode provocar graves infecções e até mesmo a morte. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Páscoa: nutricionista dá dicas para aproveitar data sem sair da dieta 24 de março de 2024 A Páscoa está chegando. Isso significa que daqui para frente se tornará mais comum se deparar com uma variedade tentadora de chocolates, colombas, ovos e sobremesas especiais. Esse pode ser um desafio especialmente difícil para quem está se propondo a manter uma dieta equilibrada. No entanto, segundo a nutricionista Gláucia… Read More
Notícias Sobrevivente de câncer: “Não há acolhimento no mercado de trabalho” 15 de junho de 2025 Luciana Gambatto, de 52 anos, segue se identificando como balconista de farmácia, apesar de não ter conseguido se realocar no mercado de trabalho desde que teve câncer de mama, em 2021. A moradora de Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), recebeu o diagnóstico da doença já em estágio metastático,… Read More
Gripe aviária: cientistas acham dezenas de aves mortas na Antártida 9 de abril de 2024 O surto de gripe aviária que já foi identificado em vários países do mundo chegou à Antártida. Segundo pesquisadores que estudam o continente gelado há 30 anos, esta é a primeira vez que é registrada a presença do vírus por lá. A infecção massiva atinge animais da espécie mandrião-antártico, segundo… Read More