Médico ensina a ter mais saúde com mínimo de exercício físico preciso Ouvir 31 de julho de 2024 Subir e descer escadas, dar uma volta no quarteirão da casa ou escritório, pular cordas. Os curtos estímulos de exercício físico relativamente intenso, separados por intervalos de horas, surgem como uma estratégia muito promissora para reduzir o sedentarismo e melhorar a saúde de forma integral. “Os ‘snacks de exercícios’ podem ser muito benéficos para pessoas com sobrepeso, obesidade e as doenças crônicas que derivam do acúmulo de gordura, como diabetes tipo 2 e hipertensão, por exemplo, e que têm dificuldades em seguir um planejamento de exercícios físicos regulares”, comenta o endocrinologista Ricardo Barroso, membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP). Leia também Saúde Fazer exercício físico só no fim de semana pode trazer benefícios Saúde “Suar a camisa” significa que o exercício está dando certo? Vida & Estilo 6 exercícios para fazer em casa que fortalecem o corpo após os 40 anos Claudia Meireles Veja dicas de experts para não abandonar os exercícios nas férias A Organização Mundial da Saúde recomenda de 150 e 300 minutos de exercício físico na semana. Mas, para quem não consegue alcançar esta meta, esses estímulos curtos surgem como alternativa prática e eficiente em termos de tempo. “Tudo indica que estes exercícios rápidos e intensos, com menos de 2 minutos de duração, podem ser mais viáveis do que os treinos mais longos”, afirma o endocrinologista. Qual exercício físico fazer? A escolha do tipo de exercício vai depender da idade e da condição física de cada pessoa. Nesse sentido, o médico dá dois exemplos: Um indivíduo mais jovem em home office pode fazer agachamentos, burpees (agachamento seguido de um pulo) e polichinelos, que são exercícios comuns nas aulas de educação física das escolas; Uma pessoa mais idosa pode simplesmente sentar e levantar de uma cadeira sem o auxílio dos braços, fazendo 15, 20 ou 30 repetições, dependendo da condição física. “O importante é que o exercício gere intensidade, aumente a frequência cardíaca e deixe a pessoa pouco ofegante”, afirma. Além disso, a duração deve ser suficiente para elevar a frequência cardíaca a um ponto bem alto. Por exemplo, em um jovem de cerca de 30 ou 40 anos, a frequência cardíaca pode chegar a aproximadamente 170 batimentos por minuto. Outra boa alternativa, de acordo com o endocrinologista, é subir escadas. “Subir dois, três ou quatro andares e descer com calma, desde que suas condições ortopédicas e dos joelhos permitam, também é um exercício simples e de alta intensidade que gera benefícios metabólicos e cardiovasculares muito importantes”, afirma. Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Fim de ano: saiba quais são os gatilhos que resultam na enxaqueca 14 de dezembro de 2024 A temporada de final de ano é repleta de celebrações. Porém, para quem sofre com enxaqueca, o período pode resultar na intensificação das crises. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 15% da população total é acometida pela condição, que impacta na qualidade de vida e… Read More
Notícias Conheça os 5 exercícios que mais impulsionam a perda de peso 6 de outubro de 2023 Praticar exercícios físicos com alto gasto calórico é uma estratégia eficiente para impulsionar o processo de emagrecimento. Também é necessário que eles estejam de acordo com as preferências pessoais para garantir a adesão. Segundo o educador físico Rafael Correa, da academia UPX Sports, os melhores exercícios para queimar calorias são… Read More
Novos estudos associam remédios agonistas do GLP-1 a doenças oculares 12 de agosto de 2025 Medicamentos para diabetes e perda de peso voltaram a ser associados a problemas oculares em duas pesquisas abrangestes, publicadas nessa segunda-feira (11/8) na revista Jama Network Open. Pesquisadores da Case Western Reserve University e do Lahey Hospital & Medical Center, ambos nos Estados Unidos, analisaram dados de milhões de pessoas… Read More