Artista com câncer terminal leiloa últimos momentos de vida Ouvir 19 de agosto de 2024 Diagnosticada com um câncer terminal, a artista australiana Emily Lahey, de 31 anos, vendeu seus últimos momentos de vida. O objetivo foi arrecadar dinheiro para financiar pesquisas contra a doença. A artista plástica criou o projeto chamado Time to live (tempo para viver, em tradução livre), no qual ofereceu ingressos para receber pessoas individualmente por 3 minutos. Durante esse tempo, ela e o interlocutor se dedicam a uma conversa de interesse mútuo. Os lances para os últimos minutos da vida de Emily variaram entre 50 a 500 dólares australianos, aproximadamente de 180 a 1,8 mil reais. Todos os ingressos já foram vendidos, mas a quantia arrecadada não foi divulgada. Os recursos serão destinados à Australian Cancer Research Foundation. No salão onde Emily recebe as pessoas para a conversa, há um cronômetro gigante marcando o tempo. Ao final da experiência, a pessoa recebe uma carta que diz: “Eu te dei meu tempo, agora é sua vez de dar este presente para outro alguém”. Leia também Celebridades Quem é Antero Greco, jornalista com câncer terminal que comoveu o país Brasil “Tenho medo de morrer sozinha”, diz jovem com câncer terminal Vida & Estilo Mãe com câncer terminal escreve cartões para deixar para o filho Vida & Estilo Pai com câncer terminal escreveu cartas de aniversário para filhas pelos próximos 30 anos “Nunca estarei livre” Emily possui um carcinoma NUT de cavidade nasal, um tipo de câncer costuma aparecer na cabeça e no pescoço. A doença é rara e agressiva. “No momento em que descobri este câncer, ele já era inoperável. Vivo todos os dias com a consciência de que nunca estarei em remissão, curada ou livre do câncer”, afirma a artista, no material de divulgação do projeto. A artista não sabe exatamente quanto tempo lhe resta, mas o prognóstico inicial era de apenas 7 meses. Emily vendeu seus últimos momentos de vida Tratamento experimental a ajuda a sobreviver Emily já ultrapassou o prognóstico inicial em quase quatro anos e, agora, afirma querer dividir a sabedoria adquirida convivendo com uma sentença de morte. O câncer foi diagnosticado em 2020, após ela investigar constantes crises de dor de cabeça. A jovem fez tratamentos de quimioterapia e radioterapia que diminuíram o tamanho do tumor, mas não conseguiram extirpá-lo. O tratamento atual é um inibidor de proteínas epigenéticas, que está conseguindo manter a progressão da doença em um ritmo extremamente lento. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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