Ana Castela celebra gordura corporal de atleta após um ano de treinos Ouvir 20 de fevereiro de 2026 Ana Castela, 23 anos, comemorou nas redes sociais um novo marco na sua composição física: ela reduziu o percentual de gordura corporal de 20,4% para 17,3% depois de intensificar os treinos e ajustar a alimentação ao longo de cerca de um ano. O resultado apareceu em um exame de bioimpedância, feito em consulta com o nutricionista. Animado com a evolução, o profissional comentou que ela está “quase com percentual de um atleta de alta performance”, o que empolgou ainda mais a boiadeira. O que significa reduzir a gordura corporal? O percentual de gordura corporal mostra quanto do seu peso total é gordura e quanto é composto por músculos, ossos, água e outros tecidos. Quando Ana Castela caiu de 20,4% para 17,3%, houve uma redução de 3,1 pontos percentuais. Algo bem significativo no contexto fitness. Para mulheres jovens, faixas em torno de 20% costumam estar associadas a um bom nível de condicionamento físico. Já percentuais mais próximos dos 17% tendem a aparecer em praticantes com alto nível de treino e, em alguns casos, em atletas, dependendo do esporte e da individualidade de cada corpo. Isso não significa que todo mundo deva buscar números tão baixos, mas mostra que Ana está em um estágio de treinamento bem avançado em relação a quem leva uma rotina totalmente sedentária. Treino, dieta e constância: o bastidor do resultado Segundo a própria cantora, a virada começou em março de 2025, quando decidiu investir de verdade nos treinos de musculação e na alimentação. Em cerca de sete meses, ela já havia mostrado antes e depois do corpo, comentando que sempre foi “bem magrela” e que estava feliz com o aumento de massa muscular e a mudança no shape. Ana contou que: passou a treinar musculação com regularidade. procurou um nutricionista para organizar a dieta. incluiu suplementos como creatina e whey protein na rotina. ajustou a alimentação, mas sem uma perfeição impossível de manter. Ela mesma fez questão de lembrar que não segue 100% “certinha” o tempo todo. O ponto fraco declarado é o açúcar. A cantora disse que tenta reduzir o doce, mas que ainda sente dificuldade, e que o máximo que ficou sem consumir foi cerca de 15 dias. Depois, voltou a comer. Ou seja: o resultado que ela alcançou na gordura corporal veio de constância, não de perfeição. Treino, orientação profissional e disciplina na maior parte do tempo, com espaço para deslizes e ajustes. Gordura corporal no contexto fitness: o que esses números representam? Na prática esportiva e no mundo fitness, o percentual de gordura corporal é um indicador importante, mas não é o único. Ele ajuda a entender a relação entre gordura e massa magra (músculos, ossos etc.), o que interfere em desempenho, saúde metabólica e aparência física. De forma geral: Percentuais muito altos podem se associar a maior risco de problemas cardiovasculares e metabólicos. Percentuais muito baixos, por outro lado, podem trazer alterações hormonais, queda de desempenho, cansaço excessivo e maior risco de lesões, especialmente em mulheres. Por isso, existe uma faixa considerada saudável, que muda conforme sexo, idade e nível de atividade física. Dentro do universo feminino, quem treina com frequência e busca performance costuma ter gordura corporal mais baixa que a média, mas ainda assim dentro de um limite seguro. Ao comentar que o número de Ana Castela é “quase de atleta de alta performance”, o nutricionista destaca que ela saiu de um patamar já bom para um nível ainda mais voltado à performance e estética muscular – resultado coerente com um ano de treinos sérios. Nem todo mundo precisa ter gordura corporal de atleta É importante lembrar que o padrão de gordura corporal de uma cantora que treina, se apresenta em shows, tem acompanhamento profissional e vive do próprio corpo não é meta obrigatória para todo mundo. Cada pessoa tem um biotipo, uma rotina, um histórico de saúde e objetivos diferentes (performance, estética, saúde, bem-estar). Para algumas mulheres, ficar em percentuais muito baixos pode não ser necessário nem saudável. Para outras, pode fazer sentido dentro de um contexto esportivo específico, sempre com acompanhamento médico e nutricional. A trajetória da Ana ensina menos sobre “copiar o número” e mais sobre o poder da constância: treinar, ajustar a alimentação, buscar orientação e ter paciência com o processo. O recado da Boiadeira: constância acima de perfeição Ana Castela reforçou que ainda vê “muito a melhorar”, mas está feliz com a mudança e quis incentivar quem a acompanha: se ela conseguiu sair do corpo “bem magrela” para um físico mais forte, definido e com menor gordura corporal, outras pessoas também podem evoluir dentro da sua realidade. Ela admite que não é perfeita na dieta, que ainda luta com o doce e que o processo envolve tentar, errar, recomeçar e, principalmente, continuar. Para quem olha de fora e só vê o “depois”, esse bastidor é um lembrete importante: por trás de cada percentual, existe muito treino, disciplina, apoio profissional e uma boa dose de humanidade. Fitness
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