Bicho geográfico: o que é parasita que Lucas Lima descobriu em viagem Ouvir 28 de junho de 2024 O cantor e músico Lucas Lima contou, nas redes sociais, na quinta (27/6), que descobriu, durante viagem à Dinamarca, estar com um bicho geográfico no pé. Como o parasita de pele é incomum na Europa, o ex-marido de Sandy teve dificuldades em encontrar tratamento para a condição. Conhecida na clínica médica como larva migrans, a infecção atinge pessoas de qualquer idade e é mais comum durante o verão, período em que há maior reprodução dos vermes ancilostomídeos. As larvas desses animais, depositadas no solo, entram na pele das pessoas por contato direto. Por isso, o uso de calçados ao caminhar em praias e parques pode amenizar o risco de contato. Leia também Celebridades Lucas Lima recebe diagnóstico inusitado durante viagem internacional Fábia Oliveira “Severamente alcoolizado”, brinca Lucas Lima após festa do ex-cunhado Celebridades Professora de ioga confirma affair com Lucas Lima: “Muito cru ainda” Fábia Oliveira Lucas Lima rompe silêncio e se pronuncia sobre novo romance O bicho geográfico é mais comum entre as crianças por terem mais contato com areia ou lama contaminada. Elas também estão mais expostas por terem a pele mais fina para a entrada das larvas. Os sintomas são coceira intensa na região afetada, com a formação de lesões sinuosas, semelhantes ao tracejado de fronteiras de um mapa, o que explica o nome popular da condição ser “bicho geográfico”. 5 imagens Fechar modal. 1 de 5 “Severamente alcoolizado”, brinca Lucas Lima após festa do ex-cunhado Marcelo Sá Barretto/AgNews 2 de 5 Lucas Lima Reprodução/Instagram 3 de 5 Após término com Sandy, Lucas Lima revela que já foi traído Reprodução/Instagram 4 de 5 5 de 5 Lucas Lima Como tratar e tirar o bicho geográfico? O diagnóstico deve ser feito por um dermatologista, que faz a remoção da larva na pele. “Em hipótese alguma a pessoa deve tentar retirá-la por conta própria, já que manipular a lesão pode levar a complicações na ferida”, explica a dermatologista Carolina Pellegrini, do Hospital Santa Catarina, em São Paulo. A médica alerta, porém, que não retirar o verme também pode levar a sérias complicações de saúde, inclusive com a entrada do parasita na corrente sanguínea — a partir daí, ele pode se instalar em órgãos e levar a infecções graves. Após a extração, o médico pode prescrever medicamentos para tratar possíveis infecções secundárias. Foi o que ocorreu com Lucas, que recebeu a recomendação de tomar ivermectina para conter a infecção. É fundamental seguir todas as orientações para garantir uma recuperação eficaz e prevenir recorrências. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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