Como reconhecer os primeiros sinais do câncer de pele Ouvir 29 de abril de 2025 A pele exerce funções essenciais para o bom funcionamento do organismo, como a proteção contra agentes externos, a regulação da temperatura corporal e a participação no sistema imunológico. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 30% dos tumores malignos registrados no Brasil são câncer de pele. Por isso, é fundamental adotar cuidados preventivos e ficar atento aos sinais de alerta, garantindo mais qualidade de vida e aumentando as chances de diagnóstico precoce e tratamento eficaz. A dermatologista Vânia Basso, da rede AmorSaúde, parceira do Cartão de TODOS, explica que os tipos mais comuns da doença são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular (também chamado de epidermóide). “O basocelular é o mais frequente e menos agressivo, aparecendo geralmente em áreas expostas ao sol, como rosto e pescoço. Já o espinocelular, embora também relacionado à radiação solar, pode surgir em outras regiões e, se não tratado, pode se espalhar para outros órgãos”, afirma. Leia também Saúde Câncer de pele: veja sintoma pouco conhecido da forma grave da doença Saúde Câncer de pele: saiba como detectar os sinais precoces da doença Saúde Dezembro Laranja: veja como se prevenir contra o câncer de pele Distrito Federal HUB realiza mutirão de atendimentos em combate ao câncer de pele Outro tipo é o melanoma, mais raro, mas também o mais agressivo. “Ele costuma aparecer como manchas ou pintas irregulares e exige diagnóstico precoce para aumentar as chances de cura”, alerta a especialista. Sinais do câncer de pele Quando se trata das chances de cura, é importante ressaltar que os sinais da pele são essenciais para o diagnóstico precoce. Nesse sentido, é possível diferenciar manchas comuns de sinais suspeitos com o auxílio da regra do ABCDE. O método é simples e auxilia no acompanhamento de manchas, ajudando também a identificar lesões suspeitas de melanoma. Saiba como ele funciona abaixo. A – Assimetria: lesões com formato irregular, nas quais uma metade é diferente da outra. São mais preocupantes. B – Bordas: bordas irregulares, mal definidas ou serrilhadas. São sinais de alerta. C – Cor: alterações na cor da lesão, como tons variados de marrom, preto, azul ou vermelho. Merecem atenção. D – Diâmetro: manchas ou pintas com mais de 6 milímetros. Devem ser avaliadas por um médico. E – Evolução: qualquer mudança em tamanho, forma, cor ou sintomas, como coceira e sangramento. Exige uma consulta dermatológica. “Ainda que a maioria das lesões não seja câncer, é fundamental procurar o médico sempre que houver dúvida. O diagnóstico precoce pode salvar vidas”, orienta a profissional. Leia a matéria completa no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e no Canal do Whatsapp e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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