Confira 3 dicas para o emagrecimento saudável e sustentável Ouvir 26 de abril de 2024 As estimativas dão conta de que seis em cada dez brasileiros está com sobrepeso, condição que traz prejuízos à saúde. É por isso que há tanta gente buscando o emagrecimento, um processo que costuma ser desafiador. A chave para a perda de peso consiste em alimentação saudável combinada com exercícios físicos, mas adotar um novo estilo de vida e colocá-lo em prática não costuma ser tão simples. A médica nutróloga Nattány Ribeiro dá algumas dicas para o emagrecimentos saudável e sustentável. Leia também Saúde Nutri revela dicas para emagrecer sem sofrer e com resultado rápido Saúde Perda de peso: 10 frutas que ajudam a emagrecer com saúde Vida & Estilo Consumo de gordura pode emagrecer e fazer bem à saúde; entenda Vida & Estilo Confira 7 dicas práticas e que funcionam para emagrecer com saúde Confira 3 dicas para emagrecer sem prejudicar sua saúde: 1 – Trabalho multidisciplicar Para alcançar uma perda de peso saudável, é essencial adotar uma abordagem abrangente que englobe mudanças na alimentação, aumento de exercício físico e gerenciamento do stress. Busque optar por alimentos nutritivos, como frutas, vegetais, proteínas magras e grãos. É importante ter um plano para a ingestão adequada de nutrientes. Não esqueça de balancear também os exercícios. “A prática regular de exercícios com treinamento de força e cardio não só estimula o metabolismo como também preserva a massa muscular”, aponta Nattány. 2 – Acompanhamento A supervisão de um especialista é indispensável para desenvolver um plano seguro. “Uma abordagem equilibrada e respaldada por orientação profissional é crucial para assegurar que a perda de peso ocorra de maneira saudável e sustentável, o que preserva a saúde física e mental”, diz a nutróloga. Veja na galeria as melhores dietas para comer saudável: Food containing magnesium and potassium Dieta Dash – A sigla significa, em português, Métodos para Combater a Hipertensão e foca não só em diminuir a quantidade de sódio ingerida, mas em alimentos ricos em proteínas, fibras, potássio, magnésio e cálcio. A dieta tem 20 anos e é reconhecida por várias publicações científicas pela eficiência em reduzir a pressão arterial e controlar o peso iStock dieta_mediterranea Dieta Mediterrânea – Baseada em alimentos frescos, escolhidos conforme a estação do ano, e naturais, é interessante por permitir consumo moderado de vinho, leite e queijo. O cardápio é tradicional na Itália, Grécia e Espanha, usa bastante peixe e azeite, e, desde 2010, é considerado patrimônio imaterial da humanidade. Além de ajudar a perder peso, diminui o risco de doenças cardiovasculares dose-juice-ocnsb17U6FE-unsplash Dieta Flexitariana – Sugere uma redução de até 70% do consumo de carne, substituindo a proteína animal por vegetais, frutas, sementes, castanhas e cereais. Com o regime, o organismo ficaria mais bem nutrido e funcionaria melhor. É recomendado começar trocando a carne vermelha por frango ou peixe e procurar um nutricionista para acompanhar a necessidade de suplementação de vitamina B12, encontrada em alimentos de origem animal Dose Juice/Unsplash Buddha bowl dish with chicken fillet, brown rice, pepper, tomato, broccoli, onion, chickpea, fresh lettuce salad, cashew and walnuts. Healthy balanced eating. Top view. White background Dieta MIND – Inspirada nas dietas Mediterrânea e Dash, a MIND é feita especificamente para otimizar a saúde do cérebro, cortando qualquer alimento que possa afetar o órgão e focando em nozes, vegetais folhosos e algumas frutas. Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos descobriu que os pacientes que seguiram a dieta diminuíram o risco de Alzheimer de 35% a 53%, de acordo com a disciplina para seguir as recomendações iStock Ingredients for a healthy breakfast Dieta TLC – Criada pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, pretende cortar o colesterol para melhorar a alimentação dos pacientes. São permitidos vegetais, frutas, pães integrais, cereais, macarrão integral e carnes magras. Há variações de acordo com cada objetivo, como melhorar o colesterol e perder peso david-b-townsend-fV3zTanbO80-unsplash Dieta Nórdica – Como o nome sugere, a dieta é baseada na culinária de países nórdicos e dá bastante enfoque ao consumo de peixes (salmão, arenque e cavala), legumes, grãos integrais, laticínios, nozes e vegetais, além de óleo de canola no lugar do azeite. Segundo a OMS, o regime reduz o risco de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares David B Townsend/Unsplash stir fried vegetables Dieta Volumétrica – Criada pela nutricionista Barbara Rolls, a ideia é diminuir a quantidade de caloria das refeições, mas mantendo o volume de alimentos ingeridos. São usados alimentos integrais, frutas e verduras que proporcionam saciedade e as comidas são divididas pela densidade energética ola-mishchenko-VRB1LJoTZ6w-unsplash Vigilantes do Peso – O programa existe há mais de 50 anos e estabelece uma quantidade de pontos para cada tipo de alimento e uma meta máxima diária para cada pessoa, que pode criar o próprio cardápio dentro das orientações. Além disso, há o incentivo a atividades físicas e encontros entre os participantes para trocar experiências Ola Mishchenko/Unsplash rui-silvestre-D3lKRy7A_FY-unsplash Dieta Mayo Clinic – Publicada em 2017 pelos médicos da Mayo Clinic, um dos hospitais mais reconhecidos dos Estados Unidos, o programa é dividido em duas partes: perca e viva. Na primeira etapa, 15 hábitos são revistos para garantir que o paciente não desista e frutas e vegetais são liberados. Em seguida, aprende-se quantas calorias devem ser ingeridas e onde encontrá-las. Nenhum grupo alimentar está eliminado e tudo funciona com equilíbrio Rui Silvestre/Unsplash sharon-chen-L1ZhjK-R6uc-unsplash Dieta Asiática – O continente é enorme, mas há traços comuns na gastronomia de toda a região. Uma ONG de Boston definiu uma pirâmide alimentar baseada nos costumes orientais: vegetais, frutas, castanhas, sementes, legumes e cereais integrais, assim como soja, peixe e frutos do mar são muito usados, enquanto laticínios, ovos e outros óleos podem ser consumidos em menor frequência. A dieta pede também pelo menos seis copos de água ou chá por dia, e saquê, vinho e cerveja podem ser degustados com moderação Sharon Chen/Unsplash Voltar Progredir 0 3 – Sem dietas restritivas “A perda de peso desequilibrada pode acarretar consequências graves para a saúde. Dietas extremamente restritivas podem resultar em deficiências nutricionais, perda de massa muscular, desequilíbrios hormonais e até distúrbios alimentares”, pontua. Leia a notícia completa no site SportLife, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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