Criança de 2 anos morre de overdose por erro em receita médica Ouvir 17 de novembro de 2025 Um menino de 2 anos morreu de overdose em um hospital da Flórida, nos Estados Unidos, após receber uma dose de potássio 10 vezes maior do que o indicado para seu quadro. A morte de De’Markus Page teria ocorrido por negligência, após um erro de digitação na receita do medicamento. O médico não teria prestado atenção na ausência de uma vírgula e prescreveu 15 mmol de potássio duas vezes ao dia quando o menino deveria ser medicado com apenas 1,5 mmol. Leia também Na Mira Por erro médico, mulher trata câncer inexistente durante três meses Saúde Dúvida entre intercorrência e erro médico gera onda de ações judiciais Brasil Paciente perde o testículo por erro em protocolo; médico é condenado São Paulo Homem com câncer relata insônia e para na UTI após erro médico em SP O caso ocorreu em 3 de março de 2024, mas só se tornou público agora, com a apresentação da ação judicial movida pelos pais da criança na semana passada. De’Markus deu entrada no Hospital AdventHealth Ocala em 1º de março de 2024, com uma infecção viral e níveis perigosamente baixos de potássio (hipocalemia). Depois de ser medicado para controlar os baixos níveis de eletrólitos, ele foi transferido para o Shands Teaching Hospital and Clinics em Gainesville, na Flórida, “a fim de receber o nível mais elevado de cuidados de que necessitava”, segundo consta no processo. O médico que acompanhava o menino teria prescrito uma dose extremamente alta de potássio, “eliminando uma vírgula decimal crucial na dosagem do dia anterior, de 1,5 mmol — ordenando agora que o suplemento líquido fosse administrado a 15 mmol duas vezes ao dia”, alega o processo. Nesse momento, De’Markus também recebia outras duas formas de potássio por via intravenosa. Segundo a mãe, nem a equipe médica nem os farmacêuticos do hospital notaram a dosagem extremamente alta para o peso e idade do menino, apesar de um alerta no sistema de farmácia do hospital que avisava sobre a dosagem excessiva. A superdosagem de potássio resultou em uma parada cardíaca e uma grave lesão cerebral. O menino passou as duas semanas seguintes entubado em um “tratamento hospitalar horrível e prolongado”, segundo contou a mãe Dominique Page. Sem responder ao tratamento, ele teve os aparelhos de suporte à vida desligados em 18 de março de 2024. Exames de sangue constataram níveis elevados de potássio e fosfato. Dominique processa a University of Florida Health, o Shands Teaching Hospital and Clinics e a equipe médica que, segundo ela, “atrapalhou” o tratamento de seu filho com atrasos no atendimento de emergência — incluindo a demora de 20 minutos para entubá-lo após uma parada cardíaca. O hospital não se pronunciou publicamente sobre o caso. “A UF Health está comprometida em proteger a privacidade de todos os pacientes e suas famílias e segue todas as regulamentações estaduais e federais da HIPAA. Não podemos divulgar informações sobre pacientes ou possíveis pacientes e seus tratamentos sem consentimento”, informou em comunicado. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Youtuber descobre distúrbio digestivo raro após uma década com refluxo 2 de outubro de 2025 O youtuber britânico Alfie Deyes, de 32 anos, conhecido por milhões de seguidores, compartilhou em suas redes sociais um problema que enfrentava há muito tempo. Depois de 12 anos sofrendo com refluxo ácido, um exame específico revelou que, na verdade, ele tem um distúrbio digestivo raro chamado acalasia esofágica. Leia… Read More
Canela é aliada contra diabetes e riscos cardiovasculares, diz estudo 16 de fevereiro de 2026 Pesquisa reforça o papel da especiaria no equilíbrio glicêmico e aponta indícios de efeitos no colesterol. Veja como incluir no dia a dia Read More
Notícias Avanço do HIV no Brasil pode gerar epidemia silenciosa, alerta estudo 21 de junho de 2025 Um novo estudo feito na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS) revela que a prevalência de pessoas detectadas com o HIV ultrapassou os limites da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 64%. O número acendeu um alerta sobre o risco de uma epidemia silenciosa desta e de outras infecções sexualmente… Read More