Infectologistas dão dicas para não adoecer durante a viagem de férias Ouvir 20 de dezembro de 2025 Com a chegada do período de recesso e férias escolares, muitas famílias optam por viajar para dar uma relaxada da rotina do ano todo. De malas prontas e roteiro planejado, muitos acabam esquecendo um detalhe importante: os riscos sanitários do local escolhido como destino. Se negligenciados, eles podem atrapalhar a viagem, além de comprometer a saúde. Leia também Saúde Dormir tarde nas férias? Veja por que manter a rotina de sono importa Vida & Estilo Quer viajar mais em 2026? Veja os melhores dias para tirar férias Saúde Intensificou o treino antes das férias? Veja os riscos do overtraining Saúde Férias atípicas: como crianças autistas podem seguir rotina sem escola De acordo com especialistas, antes de viajar é fundamental pesquisar sobre possíveis doenças existentes no local, independente se o destino seja considerado exótico ou não, visto que vetores para enfermidades podem estar espalhados por qualquer lugar. Estar com o calendário vacinal atualizado também é outra boa medida para se proteger. “A Amazônia, o Pantanal, as trilhas da Serra do Mar ou o sertão nordestino, por mais belos que sejam, expõem o indivíduo a vetores, alimentos e água potencialmente contaminados, fauna silvestre e desafios climáticos”, alerta o infectologista André Bon, do Laboratório Exame. Levantamentos destacam que entre as principais causas de atendimento entre viajantes doentes estão síndromes gastrointestinais, febris e dermatológicas. Importância da vacinação De acordo com o infectologista Alberto Chebabo, as condições médicas variam de acordo com qual parte do continente você está indo: por exemplo, a febre, muitas vezes causada pela malária, está ligada à África Subsaariana; enquanto dengue e febre amarela ocorrem mais com pessoas que retornam da Ásia ou América Latina. Para se proteger, é fundamental estar imunizado. “A vacinação deve ser vista como uma proteção contínua e individual que tem impacto direto na saúde pública, especialmente contra a dengue, cujo vetor se beneficia do clima quente e úmido. Além disso, a imunização contra a febre amarela é uma exigência para entrar em alguns países e regiões com áreas endêmicas, sendo a única forma de prevenção da doença”, explica o especialista do laboratório Bronstein. Chebabo afirma que a desatenção com a vacina gera riscos desnecessários durante as férias, podendo ser facilmente evitados com a inclusão da imunização no planejamento. “A pandemia de Covid-19 nos deixou uma lição inesquecível e brutal: patógenos se propagam rapidamente com as pessoas. A Medicina de Viagem, portanto, não é um luxo, nem um nicho para poucos; é uma parte intrínseca de uma abordagem responsável e abrangente da saúde, tanto individual quanto coletiva”, finaliza Bon. Notícias
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