Mulher morre de raiva após ser arranhada por filhote de cachorro Ouvir 28 de julho de 2025 Uma mulher identificada como Yvonne Ford, 59 anos, morreu meses depois de ser arranhada por um filhote de cachorro de rua infectado com o vírus da raiva. O acidente ocorreu quando ela e o marido viajavam de férias pelo Marrocos. Moradora de Barnsley, na Inglaterra, a mulher só teve sintomas da infecção dois meses depois. De acordo com familiares, os sintomas surgiram de forma lenta, mas intensa. Yvonne teve febre, dores de cabeça, dificuldades para engolir e alucinações. Já hospitalizada, a britânica teve um agravamento do quadro clínico e precisou ser entubada. Apesar dos esforços da equipe médica, a paciente não resistiu – morreu em 11 de junho, pouco mais de dois meses após o contato com o animal. Leia também Distrito Federal Secretaria de Saúde do DF confirma dois casos de raiva em morcegos Brasil Homem é atacado por sagui na mesma cidade onde mulher contraiu raiva Brasil Morre mulher que contraiu raiva humana ao ser mordida por sagui em PE Mundo Professora contrai raiva após mordida de morcego e morre nos EUA A raiva é uma doença viral grave, transmitida principalmente por mordidas, arranhões ou lambidas de animais infectados. Mesmo sem mordida, como no caso de Yvonne, a transmissão pode ocorrer se o vírus tiver contato com mucosas ou pequenas lesões na pele. O vírus ataca o sistema nervoso central e, uma vez que os sintomas aparecem, as chances de reverter o quadro são poucas. A única forma eficaz de prevenção da doença é a administração imediata da vacina antirrábica, logo após o contato com o animal. Vírus da raiva A raiva é causada por um vírus presente na saliva de animais infectados. A infecção ocorre principalmente por mordidas, mas também pode acontecer por arranhões ou lambidas em feridas abertas ou mucosas (olhos, boca). Os sintomas iniciais da raiva são parecidos com os de uma gripe, como febre, dor de cabeça, fraqueza e mal-estar geral, o que dificulta o diagnóstico precoce. Mesmo após cicatrizado, o local da mordida ou arranhão pode voltar a doer, formigar ou coçar. Um sinal de que o vírus está avançando pelo sistema nervoso. Com a progressão da doença, surgem sintomas como confusão mental, agitação, alucinações, convulsões, dificuldade para engolir e paralisia. Nessa fase, a doença é praticamente irreversível. Uma vez que os sinais clínicos aparecem, a raiva é quase sempre fatal. Por isso, o tratamento preventivo (vacinação pós-exposição) deve ser feito o quanto antes, mesmo que o ferimento pareça leve. O caso de Yvonne serve de alerta para a população sobre a importância de procurar atendimento médico depois de qualquer contato com animais desconhecidos. A vacinação contra raiva é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o Brasil, tanto em unidades de saúde quanto em centros de vigilância epidemiológica. Animais de rua com comportamento agressivo, salivação excessiva ou sinais de desorientação devem ser evitados e denunciados às autoridades competentes da região. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias Conheça jovem que viralizou nas redes ao se curar de escoliose severa 26 de setembro de 2023 Um jovem do interior do Pará viralizou, recentemente, ao mostrar o progresso de seu tratamento contra uma escoliose de 64 graus. No vídeo André Luis, de 19 anos, mostra o resultado de uma cirurgia realizada no Hospital Sarah Kubitschek, de Brasília. A publicação atingiu mais de quatro milhões de visualizações… Read More
Notícias Colesterol alto: saiba os riscos, o que comer e o que evitar 9 de outubro de 2023 O colesterol é uma substância lipídica encontrada naturalmente no corpo humano e em alimentos de origem animal. Ele desempenha um papel crucial no funcionamento do organismo. Isso porque é essencial para a produção de membranas celulares, hormônios esteroides (como os hormônios sexuais) e a síntese de vitamina D. Leia também… Read More
CFM cria regra para uso de IA na medicina. Saiba o que muda 27 de fevereiro de 2026 Nova norma define que inteligência artificial só pode apoiar decisões clínicas e garante ao paciente direito de recusar o uso da tecnologia Read More