Vape face: cigarro eletrônico pode acelerar o envelhecimento da pele Ouvir 3 de agosto de 2024 Você já ouviu falar em vape face? Apesar da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de manter a proibição da importação, comercialização e propaganda dos cigarros eletrônicos, o produto ainda é muito consumido, especialmente por jovens. De acordo com o médico especialista em doenças que acometem as regiões da cabeça e pescoço Ullyanov Toscanos, existe um mito de que o cigarro eletrônico traz menos malefícios do que o convencional. “O produto é mais nocivo do que se imagina, pois torna os usuários dependentes químicos, além de causarem problemas gravíssimos ao organismo em pouco tempo”, comenta o médico-cirurgião de cabeça e pescoço da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Leia também Saúde Irmãs de 17 e 19 anos sofrem colapso pulmonar por excesso de vape Saúde Jovem de 17 anos sofre colapso pulmonar por uso excessivo de vape Saúde Jovem desenvolve lesão pulmonar grave após uso de cigarro eletrônico Brasil Estudo compara uso de cigarro eletrônico à anfetamina A ação dos vapes também pode ser vista na pele devido aos componentes químicos presentes, como o propilenoglicol e a glicerina, que podem causar desidratação e diminuição da elasticidade. O consumo de cigarros eletrônicos também piora a circulação sanguínea, o que dificulta a oxigenação dos tecidos e, consequentemente, causa uma piora da elasticidade da derme. Todas essas características são observadas nas chamadas vape face. Ação dos cigarros eletrônicos na pele Segundo a dermatologista Letycia Lopes, membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia (SBLMC), a nicotina presente nos cigarros eletrônicos pode estar associada a diversos problemas de pele como o ressecamento, a acne, a dermatite de contato e a piora de condições pré-existentes, entre elas a psoríase e a rosácea. “Além disso, ainda pode interferir no aparecimento de inflamações cutâneas devido à exposição da pele a substâncias irritantes presentes na fumaça do cigarro eletrônico, como a nicotina e os produtos químicos utilizados nos líquidos”, sinaliza a especialista. Leia a reportagem completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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