Menopausa: entenda o tratamento sem hormônio que pode reduzir fogachos Ouvir 2 de abril de 2025 A menopausa traz uma série de sintomas que impactam a qualidade de vida das mulheres, e os fogachos estão entre os mais incômodos. Um novo medicamento não hormonal surge como alternativa para aliviar esses desconfortos, oferecendo uma opção diferente dos tratamentos tradicionais. Como acontece a menopausa? A menopausa não ocorre de forma abrupta. A transição é gradual e pode durar entre cinco e dez anos, dependendo do organismo de cada mulher. Durante esse período, os ovários começam a diminuir a produção de estrogênio e progesterona, hormônios fundamentais para a regulação do ciclo menstrual e de várias funções do corpo. A perimenopausa é a fase que precede a menopausa e é marcada por ciclos menstruais irregulares, além de sintomas como ondas de calor e mudanças de humor. Como o medicamento age no corpo? A nova droga, desenvolvida pela farmacêutica Bayer, usa o princípio ativo elinzanetant. Diferente das opções já existentes, o medicamento não usa hormônios. Ele age bloqueando dois receptores no cérebro (NK-1 e NK-3) que influenciam a regulação da temperatura corporal. Nos testes de fase 3, o remédio mostrou que pode reduzir a frequência e a intensidade dos fogachos (as ondas de calor) em 12 semanas. Isso acontece porque ele atua nos neurônios sensíveis ao estrogênio que, com a queda hormonal da menopausa, ficam desregulados e provocam ondas de calor. Além disso, os estudos indicaram melhora na qualidade do sono. O medicamento está em análise pela agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA). A previsão é que o uso seja aprovado até 2025 nos EUA e na Europa. Se aprovado pela FDA, o medicamento pode levar cerca de um ano e meio para chegar ao Brasil, considerando o tempo de análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Acreditamos que essa inovação pode melhorar o atendimento às pacientes e acelerar o acesso a novos medicamentos”, afirmou Christine Roth, vice-presidente da Bayer, em entrevista ao Metrópoles. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e no Canal do Whatsapp e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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