Paralisia de Bell: entenda o que aconteceu com rosto de Gabi Melim Ouvir 2 de dezembro de 2024 A cantora Gabi Melim, em carreira solo desde a pausa do trio Melim, surpreendeu os fãs ao revelar, por meio de suas redes sociais, que foi diagnosticada com paralisia de Bell. Em uma postagem no Instagram no último domingo (1º/12), ela apareceu com o olho coberto por um curativo e explicou que a condição foi desencadeada por ansiedade. A artista tranquilizou seus seguidores, informando que está sendo acompanhada por médicos e fisioterapeutas. “Fui diagnosticada com paralisia de Bell por ansiedade. O lado direito do meu rosto não mexe, a vista não fecha. Mas já estou sendo cuidada por médicos maravilhosos, sendo medicada e fazendo fisioterapia facial. Vou atualizando vocês por aqui e qualquer vibração positiva é muito bem-vinda”, escreveu a cantora. 12 imagens Fechar modal. 1 de 12 Gabi Melim desabafa após ter paralisia facial: “A vista não fecha” Instagram/Reprodução 2 de 12 Gabriela 3 de 12 Apesar de não terem se beijado em público, Gabi e Leo estavam de mãos dadas Reprodução / Instagram 4 de 12 Gabi foi a primeira a chegar ao local Reprodução / Instagram 5 de 12 Ao que parece, a vocalista da banda Melim, Gabi Malim, está vivendo um affair com o empresário de Leo Picon Reprodução / Instagram 6 de 12 Gabi Melim (Foto: Globo/João Miguel Junior) 7 de 12 Gabi Melim posa, séria e de cabelos soltos, para as redes sociais Instagram/Reprodução 8 de 12 Reprodução/Instagram 9 de 12 Reprodução/Instagram 10 de 12 Reprodução/Instagram 11 de 12 Reprodução/Instagram 12 de 12 Gabi Melim foi ao Instagram para se despedir do grupo Reprodução/Instagram Leia também Celebridades Gabi Melim é diagnosticada com paralisia de Bell: “Meu rosto não mexe” Fábia Oliveira Gabi Melim desabafa após ter paralisia facial: “A vista não fecha” Saúde Paralisia de Bell: saiba o que aconteceu com rosto de Fernanda Gentil Celebridades Cotada para o BBB, Gabi se despede do Melim: “Orgulhosa” O que é a paralisia de Bell? A paralisia de Bell é uma condição neurológica que causa fraqueza ou paralisia súbita e temporária dos músculos de um dos lados do rosto. Ela ocorre quando o nervo facial, responsável pelo controle dos músculos ósseos, está inflamado, o que pode resultar em dificuldade para fechar os olhos, sorrir ou mover um lado do rosto normalmente. “Paralisia de Bell é toda paralisia facial de um único lado do rosto que pegue tanto a parte superior média e inferior, os três terços da face, não seja apenas rima labial (sorriso torto), e que tenha causa idiopática, em que a gente não sabe qual é o motivo”, explicou o otorrinolaringologista Fernão Bevilacqua, do Hospital Albert Sabin de SP (HAS) em entrevista anterior ao Metrópoles. A doença pode afetar qualquer pessoa, independente da idade ou gênero, e pode ocorrer em qualquer momento da vida. Sintomas da paralisia Os sintomas iniciais da paralisia de Bell costumam incluir dores atrás dos olhos ou sensação de dormência. A evolução é rápida, e a paralisia total ocorre em dois ou três dias. “Geralmente os primeiros sinais que aparecem são gripais, um quadro de resfriado comum, com nariz escorrendo, um pouco de dor de garganta, às vezes febre baixa, embora em muitos casos o paciente não tenha absolutamente nada. Depois, ele começa a sentir um formigamento na face acompanhado da paralisia da musculatura, tanto de olho, boca, como também da parte da testa”, esclareceu Bevilacqua. A condição resulta na perda de movimentação da área afetada, provocando sensação de adormecimento, maior peso na face ou sensibilidade alterada. O paladar e a audição também podem ser afetados, uma vez que o problema ocorre no sistema nervoso. A paralisia de Bell não é em si uma doença, mas resultado de condições variadas. Pode ser produto do estresse, como no caso de Gabi, consequência de uma infecção viral não curada ou da doença de Lyme, uma infecção bacteriana transmitida por carrapatos. Tratamento O tratamento é multidisciplinar, envolvendo uma série de avaliações para determinar a abordagem mais eficaz. Em entrevista anterior ao Metrópoles, o cirurgião-dentista Willian Ortega explicou que, antes de iniciar qualquer tratamento, é essencial avaliar a condição individual de cada paciente. “Analisamos a qualidade de vida, se a alimentação está adequada e se seu quadro imunológico está saudável. Além disso, precisamos saber se a condição está associada a uma infecção ou vírus”, afirmou. O tratamento pode envolver o uso de corticoides orais e, em alguns casos, antivirais. Além disso, é importante o acompanhamento oftalmológico, com o uso de colírios e pomadas para evitar complicações nos olhos. Quando a paralisia não é total, a fisioterapia é indicada para recuperar os movimentos. “O tratamento escolhido é sempre o que seja minimamente invasivo, mas pode existir a necessidade de tratamento cirúrgico”, destacou o cirurgião plástico Roney Fechine, da Ellevate Clínica, também em entrevista anterior ao Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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