Carnaval: existe problema em misturar diferentes tipos de bebida? Ouvir 9 de fevereiro de 2024 Em época de Carnaval, o consumo de álcool aumenta consideravelmente por todo o Brasil. Afinal, a alegria estimulada pelo álcool está entre as principais marcas da folia. Mas será que tem problema misturar bebidas como caipirinha e cerveja, que são tão diferentes entre si? Leia também Saúde Dentista recomenda não beijar desconhecidos neste Carnaval. Entenda Vida & Estilo Cientistas revelam alimento perfeito para prevenir a ressaca; confira Saúde Mito ou verdade: treinar realmente cura a ressaca do Carnaval? Saúde Carnaval: saiba como identificar a intoxicação alcoólica e o que fazer O que acontece se misturar bebidas diferentes? De acordo com a nutricionista Thaís Conte, pós-graduada em nutrição funcional e nutrição esportiva, a crença de que misturar diferentes tipos de bebida alcoólica piora os efeitos do álcool é um mito sem respaldo científico. Isso porque, segundo ela, o problema não está em misturar bebidas, mas na quantidade ingerida. “Além disso, a digestão também é prejudicada pelo que é associado às bebidas, como drinks a base de energéticos, licores, leite condensado e outros, e claro, os alimentos ingeridos em conjunto”, afirma. Isso ocorre porque, além do excesso pela quantidade, as misturas causam um processo digestivo mais difícil, causando mais sintomas como náuseas, dores de cabeça, enjoos e desidratação. Veja as ISTs mais comuns e seus sintomas: CapaDoencas Herpes genital Herpes genital – Altamente contagiosa, a herpes genital é causada pelo vírus Herpes simplex (HSV). As pessoas infectadas podem desenvolver pequenas bolinhas vermelhas muito próximas umas das outras na pele das coxas, anus e órgãos genitais. Essas bolinhas contêm um líquido altamente viral de cor amarelada que causa coceira. Além disso, a doença pode se manifestar com febre, dor ao urinar e, no caso de mulheres, corrimento Getty Images Justiça diz que demissão de funcionário com HIV foi discriminatória Aids –é causada pelo vírus HIV e faz com que o sistema imunológico perca a capacidade de defender o organismo. Ainda não tem tratamento conhecido que seja eficaz. Divulgação Gonorreia Gonorreia e infecção por Clamídia – Na maioria das vezes, as duas doenças estão associadas. A infecção atinge os órgãos genitais, a garganta e os olhos. Quando não é tratada, a gonorreia pode levar à infertilidade. Os principais sintomas em mulheres são dor ao urinar ou no pé da barriga (baixo ventre), corrimento amarelado ou claro fora do período de menstruação, dor ou sangramento durante a relação sexual. Os homens costumam sentir ardor e esquentamento ao urinar, corrimento ou pus e dor nos testículos Getty Images HPV HPV – A infecção por papilomavírus humano (HPV) é uma das mais incidentes e pode ser prevenida com vacina. Ela leva ao aparecimento de lesões na pele dos órgãos genitais de homens e mulheres. A textura dessas alterações pode ser suave ou rugosa, com coloração que varia de acordo com o tom de pele. Elas não causam dor, mas são contagiosas Getty Images Sífilis Sífilis – A sífilis é uma infecção bacteriana geralmente transmitida pelo contato sexual ou pelo contato com sangue infectado. Os primeiros sintomas surgem no intervalo de três a 12 semanas após o contágio, provocando feridas e manchas vermelhas nas mãos e pés que não sangram e nem causam dor. A sífilis pode provocar cegueira, paralisia e problemas cardíacos Getty Images HTLV Infecção pelo HTLV – Pouco conhecido, o HTLV é um retrovírus da mesma família do HIV, possuindo em comum as mesmas formas de transmissão. A maioria das pessoas não apresenta sinais e sintomas durante toda a vida. Dos infectados pelo HTLV, 10% apresentarão alguma doença associada, como doenças neurológicas, oftalmológicas, dermatológicas, urológicas e hematológicas Getty Images Tricomoníase Tricomoníase – A tricomoníase é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns, provocada por um parasita. Os principais sintomas são: dor durante a relação sexual, ardência e dificuldade para urinar, coceira nos órgãos sexuais, corrimento abundante, amarelado ou amarelo esverdeado, bolhoso Getty Images Voltar Progredir 0 Saiba mais sobre o assunto no site Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
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