Dor pós herpes-zóster: médica revela como tratar o problema Ouvir 15 de janeiro de 2024 Além dos desafios já característicos da herpes-zóster, os pacientes acometidos com a doença ainda têm que lidar com outro problema: a neuralgia pós-herpética (NPH). Isto é, uma dor extremamente desagradável que surge nas regiões do corpo acometidas pelo herpes. O que é a neuralgia pós-herpética (NPH) A médica intervencionista em dor Amelie Falconi, autora do livro Existe vida além da dor, explica que a NPH é a complicação de longo prazo mais comum da reativação do vírus varicela-zoster, que culmina no surgimento do herpes-zóster, doença caracterizada por bolhas na pele, eritemas e inflamação local. Conforme Amelie, a NPH se manifesta como dor crônica que persiste por mais de três meses após os primeiros sintomas do herpes-zóster. “Além da dor, que pode variar de intensidade e duração, a NPH apresenta outros sintomas, tais como: sensibilidade ao toque, formigamento, coceira e queimação na área afetada”, explica. Embora seja fácil diagnosticar a NPH devido à sua apresentação clínica e associação com o episódio de herpes-zóster, Amelie pondera que o tratamento da condição é, geralmente, desafiador. “Isso porque, muitas vezes, o controle da dor não é satisfatório”, diz. Inclusive, estudos já demonstraram que menos da metade dos pacientes com NPH alcançam redução significativa dos sintomas, aponta a especialista. Leia também Saúde Herpes-zóster: conheça a doença que fez Damares Alves ser internada Saúde Vacinados contra herpes-zóster têm 20% menos risco de Alzheimer Saúde Herpes-zóster: entenda causas e sintomas da doença de Damares Alves Saúde Herpes-zóster: conheça benefícios da nova vacina, com eficácia de 97% Tratando o problema antes que ele se torne crônico Segundo ela, para evitar a cronificação da NPH, é fundamental o tratamento antiviral precoce, com a medicação correta e em doses adequadas. “O ideal é iniciar o tratamento em até 24h ou 48h após o aparecimento das lesões”, diz. O tratamento específico da dor desde o início das lesões também pode ser uma ótima ferramenta para evitar que a dor se torne crônica. “Além disso, principalmente naqueles pacientes com maior risco de evoluírem com dor crônica, é importante considerar a possibilidade de procedimentos intervencionistas minimamente invasivos também no início da dor aguda”, sugere. Para saber mais, acesse o portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Homem intoxicado por metanol foi tratado com doses de vodca russa 13 de outubro de 2025 O comerciante Cláudio Crespi, que teve intoxicação por metanol em São Paulo, recebeu alta hospitalar neste domingo (12/10), após duas semanas internado. O homem de 55 anos, que perdeu cerca de 90% da capacidade de funcionamento dos rins, recebeu doses de uma vodca russa como parte do tratamento hospitalar contra… Read More
Alto risco: uma em cada cinco mães brasileiras faz amamentação cruzada 4 de janeiro de 2024 Ao menos uma em cada cinco mães brasileiras que amamentaram seus bebês nos últimos anos fez a amamentação cruzada, que é quando uma mulher amamenta o filho de outra pessoa ou usa o leite de outra mãe para alimentar o seu próprio bebê, de acordo com estudo publicado no Caderno… Read More
Estimulação cerebral revela sinal que prevê melhora da depressão 18 de novembro de 2025 *Aviso: esta matéria aborda temas como depressão e suicídio. Se você enfrenta problemas ou conhece alguém que está nessa situação, veja ao final do texto onde buscar apoio. A estimulação cerebral profunda — técnica que usa eletrodos implantados em áreas específicas do cérebro — pode funcionar para parte das pessoas… Read More