Jejum intermitente: veja os cuidados e benefícios da prática Ouvir 22 de maio de 2024 O jejum intermitente é uma estratégia alimentar muito utilizada para o emagrecimento. O método consiste em consumir as refeições do dia em um curto período, passando a maior parte do dia em jejum. Esse tempo pode variar entre 12 a 16 horas, e pode ser feito diariamente ou somente em alguns dias da semana. A nutricionista Francyne Silva conta que a adoção do jejum intermitente na rotina alimentar pode trazer efeitos positivos para a saúde que incluem a redução de gordura corporal e melhorias nos níveis lipídicos, como colesterol total, LDL (lipoproteína de baixa densidade, o colesterol ruim), HDL (lipoproteína de alta densidade) e triglicerídeos. “Além disso, essa abordagem tem o potencial de diminuir a presença de citocinas inflamatórias, reduzir a resistência à insulina e a produção de radicais livres, contribuindo para a longevidade. Ainda pode influenciar a regulação do apetite, uma vez que promove mudanças hormonais e cerebrais”, completa. Leia também Saúde Jejum intermitente: o que a ciência diz sobre método para emagrecer Vida & Estilo Estudo revela se o jejum intermitente turbina a longevidade; descubra Vida & Estilo Veja se o jejum intermitente pode “atrasar” o envelhecimento celular Saúde Perder peso com jejum intermitente pode alterar funcionamento cerebral Ajuda a controlar a diabetes Se feito corretamente, o jejum intermitente também é eficiente no combate à diabetes. Um estudo publicado pelo Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, da Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostrou que essa abstinência interfere no controle do diabetes tipo 2, caracterizada pela resistência à insulina. A pesquisa selecionou 36 pacientes com a doença que aderiram ao jejum intermitente por três meses. O experimento apontou que aproximadamente 90% dos participantes, inclusive aqueles que fizeram o uso de agentes redutores de açúcar e insulina, conseguiram reduzir a necessidade de medicamentos para diabetes após adotarem o jejum. Além disso, em torno de 50% dos participantes alegaram remissão da doença e interromperam o uso da medicação. “Esses resultados podem estar relacionados à redução do índice de massa corporal e ao efeito de hipoglicemia, uma vez que o corpo não produz insulina durante o jejum, devido à ausência de glicose para metabolizar. Contudo, é crucial destacar que a prática pode contribuir para a evolução de um quadro de pré-diabetes em algumas pessoas, com ocorrência de picos de insulina. Portanto, a supervisão profissional é fundamental em todo o processo”, detalha a nutricionista. Leia sobre os efeitos colaterais e cuidados na notícia completa no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Notícias Hormônios da fome: aprenda como controlá-los de forma natural 12 de novembro de 2023 Como tudo que acontece no corpo humano, a fome e a saciedade são controladas por hormônios. São eles que avisam o cérebro que precisamos de energia, desencadeando a vontade de comer, e também são os responsáveis por dar um basta na comilança. As sensações são percebidas principalmente pela ação dos… Read More
Pacientes que morreram de Oropouche na Bahia tiveram febre hemorrágica 5 de agosto de 2024 No dia 27 de julho, o Ministério da Saúde confirmou a morte de duas mulheres jovens vítimas da febre Oroupouche. As pacientes, que moravam na Bahia, não tinham comorbidades. Os óbitos são os primeiros a serem relatados na literatura científica mundial por conta da infecção, que vive um boom de… Read More
Notícias Saiba o que fazer na ceia para evitar a ressaca no dia seguinte 24 de dezembro de 2023 É quase impossível escapar do álcool no fim de ano. São muitas festas e confraternizações motivadas pela proximidade com Natal e Ano Novo e boa parte das ocasiões é regada a vinho, champanhe e outras bebidas alcoólicas. Com tantas oportunidades para brindes, como manter o controle e evitar a ressaca… Read More