Pesquisadores descobrem novo grupo de neurônios que controla a fome Ouvir 5 de dezembro de 2024 Pesquisadores dos Estados Unidos descobriram um grupo de neurônios que trabalha na regulação do apetite. Localizados no hipotálamo – região do cérebro que regula sede, fome, temperatura e pressão arterial – essas células ainda não eram conhecidas. A expectativa agora é que se tornem alvo de novos tratamentos contra a obesidade. Neurônios responsivos à leptina, o hormônio da saciedade, são importantes no controle da obesidade. Secretada pelas células que armazenam gordura, a leptina participa da regulação do apetite e do metabolismo. Ela é responsável por enviar sinais ao cérebro influenciando a sensação de saciedade e no gasto energético. Leia também Saúde Obesidade: saiba exatamente o que é, sintomas e como tratar condição Saúde Conheça fruta prima do açaí que pode ser usada para tratar obesidade Saúde Obesidade vai além de “comer muito e se exercitar pouco”. Entenda Saúde Especialistas buscam nova forma de diagnosticar obesidade além do IMC A novidade foi publicada nesta quinta-feira (5/12), na revista Nature. Cientistas do Laboratório de Genética Médica da Universidade Rockefeller, em Nova York, do Instituto de Ciência do Genoma (IGS) da Escola de Medicina da Universidade de Maryland (UMSOM), de Baltimore, e das universidades de Nova York e Stanford participam do trabalho. “Sabemos há muito tempo que o hipotálamo desempenha um papel na fome, nos níveis hormonais, nas respostas ao estresse e na temperatura corporal. Uma vez que nossa pesquisa anterior mostrou que programas regulatórios únicos em genes dão origem a populações neuronais especializadas, faz sentido que esta nova pesquisa tenha descoberto um conjunto previamente desconhecido de neurônios que regulam a ingestão de energia e alimentos”, afirmiu Brian Herb, um dos líderes do trabalho, em comunicado à imprensa. Herb é também o autor de um estudo pioneiro, onde tecnologia de célula única foi usada pela primeira vez para mapear as células no hipotálamo em desenvolvimento em humanos, registrando desde células-tronco precursoras até os neurônios maduros. O novo estudo foi feito a partir de testes com camundongos. Os pesquisadores descobriram que os neurônios recém-encontrados (BNC2) expressam receptores para o hormônio leptina. Assim, os BNC2 ajudam a suprimir a fome e respondem a sinais sensoriais relacionados à comida, como palatabilidade alimentar (que ajuda o animal a fazer uma escolha sobre o que comer) e estado nutricional. Para fazer o experimento, os cientistas separaram os camundongos em dois grupos. O primeiro teve o receptor de leptina desativado nos neurônios BNC2. Como resultado, eles comeram mais e ganharam mais peso do que os camundongos do segundo grupo, de controle. Os pesquisadores também adicionaram uma substância fluorescente aos neurônios BNC2 e notaram que, quando alimentavam os camundongos após o jejum, os BNC2 eram ativados. Por outro lado, as populações de neurônios conhecidas no hipotálamo não reagiam. Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
8 hábitos simples podem reduzir risco de demência em diabéticos tipo 2 3 de novembro de 2025 Ter uma boa saúde cardiovascular pode ajudar a compensar o risco de desenvolver comprometimento cognitivo leve e demência em pessoas com diabetes tipo 2 — mesmo entre aquelas com maior predisposição genética ao declínio cognitivo. A conclusão vem de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Tulane, em Nova… Read More
Notícias Telessaúde: saiba quais especialidades podem atender a distância 24 de julho de 2024 No último sábado (20/7), o vídeo de uma profissional realizando massagens remotamente virou alvo de polêmica nas redes sociais. Embora a técnica do reiki não precise do contato físico, muitos internautas acreditaram que ao envolver as massagens a distância, as teleconsultas tinham ido longe demais. Entretanto, não há um limite… Read More
Notícias Diretriz recomenda consumo de kiwi e psyllium contra intestino preso 29 de dezembro de 2025 Por muito tempo, tratar a prisão de ventre parecia simples: bastava beber mais água e comer mais fibras. Mas quem convive com o intestino preso de forma persistente sabe que não é tão fácil assim. A constipação crônica, aquela que dura semanas ou meses, pode afetar o sono, o humor,… Read More