Estudo sugere que viver perto do mar pode aumentar a longevidade Ouvir 26 de agosto de 2025 Viver a poucos quilômetros da brisa do mar pode estar associado a uma expectativa de vida mais longa, segundo uma análise conduzida por pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, e publicada em maio no jornal Environmental Research. Morar perto de rios ou lagos — especialmente em áreas urbanas —, por outro lado, parece não trazer o mesmo benefício. Os pesquisadores analisaram dados populacionais de 66.263 setores censitários dos EUA, comparando a expectativa de vida com a proximidade a corpos d’água. O resultado indicou que pessoas que residem até aproximadamente 50 km da costa (oceano ou golfo) têm expectativa de vida média de 1 ano ou mais acima da média nacional de 79 anos. Em contrapartida, habitantes de áreas urbanas próximas a rios ou lagos com mais de 10 km² tendem a apresentar expectativa ligeiramente inferior — por volta de 78 anos. Leia também Saúde Envelhecimento: estudo lista 408 genes que comprometem a longevidade Claudia Meireles Suplemento usado por Hailey Bieber promete auxiliar na longevidade Saúde Vacinação contra Covid aumentou a longevidade global, mostra estudo Vida & Estilo Dieta da longevidade: o que comer e o que evitar para viver mais Essa vantagem costeira pode estar relacionada a uma combinação de fatores: temperaturas mais amenas, qualidade do ar superior, maiores oportunidades de lazer, transporte mais eficiente, menor risco de seca e rendimentos mais elevados. Por outro lado, ambientes urbanos junto a águas interiores enfrentam desafios como poluição, pobreza, escassez de áreas seguras para atividade física e maior risco de inundações. A diferença mais marcante identificada foi a menor frequência de dias extremamente quentes nas regiões litorâneas em comparação às áreas urbanas próximas a lagos ou rios, amplificando os benefícios para quem vive junto ao mar. Estudos anteriores já associavam a proximidade a “espaços azuis” a melhores indicadores de saúde, tais como maior atividade física, menor obesidade e melhor condição cardiovascular. Os pesquisadores destacam que esta é a primeira avaliação sistemática e abrangente nos EUA sobre a relação entre tipos distintos de ambientes aquáticos e a longevidade, oferecendo uma visão mais crítica sobre a qualidade de vida associada a espaços costeiros versus interiores. Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto! Notícias
Uso de testosterona por mulheres é condenado por sociedades médicas 13 de dezembro de 2025 A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) divulgaram nota conjunta restringindo o uso de testosterona por mulheres. O documento, publicado na quinta-feira (11/12), busca orientar condutas clínicas com base em evidências científicas… Read More
Notícias Lanche pouco saudável estraga a dieta de 25% das pessoas, diz estudo 15 de setembro de 2023 Você pensa bem no que coloca no prato para o almoço? Ótimo. Mas se na hora do lanche você não tem a mesma preocupação, seu plano alimentar pode estar indo por água abaixo. Um estudo publicado nessa quinta-feira (14/9) no European Journal of Nutrition revelou que ao menos uma em… Read More
Notícias Snus: apesar de ilegais, sachês de nicotina ganham usuários no Brasil 25 de janeiro de 2025 Depois dos cigarros eletrônicos, os sachês de nicotina, conhecidos como snus, tem ganhado espaço no Brasil. Assim como os vapes, seu consumo é irregular no país, mas importadores vendem abertamente os sachês nas redes sociais em propagandas muitas vezes voltadas ao público jovem. A Vigilância Sanitária de Mato Grosso do… Read More